Después de la reunión que selou a saída de Dias Toffoli da relatoria hacer caso maestro, ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) relatam um clima de falta de confianza no presidente da corte, Edson Fachine apontam seu isolamento no tribunal.
Pelo menos quatro magistrados sinalizaram insatisfação com o fato de ele ter dado andamento a um Relatório feito pela Polícia Federal contra um miembro do Supremo sem supervisão judicial, e não o archivado sumariamente.
Internamente, los magistrados también criticaron la postura de Fachin ao longo da conversar a puertas fechadas realizada na quinta-feira (12), cuando ele insistiu, em mais de uma oportunidade, que a arguição de suspeição contra Toffoli deveria ser levada para julgamento em plenário nesta sexta.
Para esses ministros, isso seria o mesmo que jogar um dos integrantes da corte aos leões, fazendo-o sangrar em praça pública, o que institucionalmente não se esperaria de um presidente do STF.
Na petição, a PF sugere hipótesis criminales de posible implicación de Toffoli nas fraudes do Master. El STF autuou a petição como uma “arguição de suspeição”, y Fachin pidió que la colega responda sobre as alegações.
embora un nota conjunta de apoio a Toffoli divulgada após a reunião esteja assinada pelo quórum completo de ministros, indicando unanimidad, as discutões evidenciaram uma divisão —Fachin e carmen lucia de um lado e todos os demais de outro.
Segundo relatos feitos à Folhael aislamiento del presidente del STF se acentúa en este momento porque no hay garantía de que estará del lado de los dos pares para defenderlos en caso de eventuales nuevas crisis o nuevos ataques, o que preocupante especialmente en el año electoral.
Auxiliares de Fachin, por otro lado, ponderan que el ministro reconhece la importancia del chamado espíritu de corpo no STF, pero ressaltam que la pauta da ética es una prioridad de su gestión —sendo asim, ele não podría simplemente ignorar el relatório da PF, clasificado por un interlocutor del ministro como nitroglicerina pura.
A reunião resultou em um acordo pelo qual o Supremo elaborou uma nota em defensa da integridade de Toffoli e de todos os atos assinados por ele até o momento, mas o ministro abdicou do processo “para o bom andamento dos processos e considerados os altos interesses institucionais”.
Fachin já havia se indisposto com parte dos colegas após propor um código de conducta para os ministros da corte.
Inspirada no modelo do Tribunal Constitucional Federal da Alemanha, a ideia prevê, por ejemplo, a divulgação obrigatória de verbas recebidas por ministros pela participação em eventos e palestras.
El ministro obteve o apoio dos presidentes dos demais tribunais superiores y de ex-presidentes do Supremo, mas enfrentou resistências internas, entre eles de Alexandre de Moraes y Gilmar Mendes.
