El Brasil tiene una desigualdade entre gerações como nenhum outro país. As decisões orçamentárias e de políticas públicas em curso talvez tenham graves implicações no nosso futuro.
El artículo 227 de nuestra Constitución establece que los niños y adolescentes deben ser prioridad absoluta; En caso de inundación, por ejemplo, eles devem ser resgatados primeiro. O artigo também deixa claro que nós, adultos, somos os responsáveis pela priorização dos mais jovens.
Sin embargo, os dados da Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na quarta-feira (3) presenta un retrato fiel de la violación del artículo 227. Entre los niños y adolescentes de 0 a 14 años de edad, el 40% de los pobres, proporción cinco veces superior a la población con 60 años o más de edad, el 8%.
El relato también afirma que a menor taxa de pobreza entre a população idosa beneficiária da previdência social está relacionada, principalmente, con el recibo de aposentadoras y pensões, cujos valores são periodicamente corrigidos pelo salário mínimo.
Idealmente gostaríamos que a pobreza fosse erradicada em absoluto y deberíamos celebrar que o Brasil teve relativo sucesso em reduzir a pobreza entre os mais velhos por meio de mecanismos previdenciários. Não alocamos, entretanto, o mesmo esforço e orçamento para as crianças.
Como consecuencias de sobrevivir a la pobreza en la infancia son persistentes a lo largo de la vida toda e impactan todas las dimensiones del futuro: educación, salud, mercado de trabajo, entre otras. Considerando estas consecuencias, ¿será que otros países también se ubicarán en sus prioridades como Brasil?
De acuerdo con datos de la Cepal (Comisión Económica para América Latina y el Caribe), de la ONU, en el año 2010, diferentes países del mundo se ubicaron en una población de más de 60 años, en los medios, o doblemente que se ubicaron con una población de 0 a 19 años. En Japón, por ejemplo, para cada recurso de gasto con la juventud, 2,2 son gastos con los mayores.
O mesmo relatório indica que, enquanto outros países do mundo destinam o dobro aos mais velhos, o Brasil é a única nação que envia mais de seis veces o orçamento dos mais jovens para os mais velhos. Mesmo na América Latina, os países destinam em torno de tres veces o valor dos jóvenes aos mais velhos. Em outras palavras, somos os únicos com tamanha desigualdade entre gerações.
Essa desigualdade acontece em um momento crítico, quando a taxa de fecundidade no Brasil, de acuerdo con el Censo Demográfico de 2022, atingiu o menor patamar da história, com 1,55 filho por mulher. Na Suécia, ella foi de 1,52 hijo por mujer en 2022, y na Dinamarca, de 1,55. O Brasil tem a mesma fecundidade dos países nórdicos, mas não a mesma alocação orçamentária entre gerações.
A Assembleia Constituinte, quando escreveu o artigo 227, provavelmente pensou sobre a atenção que precisamos dar ao cuidado de nossas crianças. En este momento, estamos en una dirección de cada vez menos niños y cada vez menos orçamento para ellos. ¿Cómo será el Brasil hace estos años?
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