No hay un único gran anuncio como resultado del viaje del presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a India e à Coreia do Sul en la última semana. Enquanto na área comercial o brasileño volta para casa con reveses e avanços, o saldo é positivo na agenda diplomática.
Tanto em Seúl como ellos Nova Déliel presidente anunció nuevas inversiones y parcelas en el sector privado, además de acuerdos en el área de salud. Fez manutenção do relacionamento com el primer ministro Narendra Modi y elevou o status da relación com el presidente sul-coreano Lee Jae-Myung.
Por otro lado, em nenhum dos casos conseguiu voltar com acordos fechados no agronegociouma das principais pautas da agenda na Asia.
Acompanhado de grande comitiva de ministros, entre eles o da agriculturaCarlos Fávaro, el gobierno tiene como objetivo negociar as tarifas do frango na Índia, que hoje estão em 100% para os cortes da proteína e 30% para o frango inteiro, inviabilizando la competitividad de las empresas brasileñas en el mercado.
Apesar da expectativa, não houve acordo. Mesmo com Fávaro sinalizando que estaría dispuesto a abrir el mercado de Roma, pleiteado pelos indianos, a delegação voltou ao Brasil sem grande avanço nas negociações.
Já em Seul houve avanço nas tratativas para a abertura do mercado de carne bovinamas, por mientras, apenas palavras. Segundo el gobernador, el presidente sul-coreano afirmó que el país fará auditoria nas plantas frigoríficas para verificar en Brasil atiende a los requisitos sanitarios y de calidad necesarios para concluir una negociación.
Não há prazo, porém, para a realização da vistoria ou para a conclusão das conversas.
Nos dos países, o gobernador también assinou Acuerdos que involucran o tratan directamente de minerales críticos y tierras raras.. Eles sirven, porém, como ejemplo de intención, visto que não estabelecem prazos, investimentos ou obrigação de cumprimento.
Por otro lado, los eventos promocionales de Apex (Agência Brasileira de Promoção à Exportação e Investimento) reúnen a cientos de empresarios. En Seúl, 450 gestores dos dos países compareceram; já em Nova Déli foram cerca de 900 inscritos.
En capital indiana, en la reunión de Lula con directores ejecutivos de algunas de las principales empresas indianas, como el ejecutivo de Tata Group, Natarajan Chandrasekaran, foram anunció inversiones por valor de R$ 10 mil millones en “curto prazo”, segundo en Apex. No foi detallado o período.
El presidente también se reunió con representantes de conglomerados sulcoreanos, como Samsung, LG y Hyundai. Não foram anuncios novos investimentos, embora relato da Apex sobre o encontro afirma que os empresários sinalizaram interesse em ampliar aportes no Brasil.
Nos dos países, a relação com o Mercosul foi pauta, com a Índia sinalizando a vontade de aprofundar o escopo do tratado com o bloco econômico, eo presidente sul-coreano afirmando que Como negociaciones para un acuerdo comercial, pausadas en 2021, serán retomadas..
Lula dice todavía que o acuerdo entre Mercosur y Coreia pode sair ainda este año.
El movimiento se alza en el escenario mundial en que países buscan depender cada vez menos de pocos actores, principalmente Estados Unidos y China, que detêm liderança em diversas academias de producción y crean inestabilidad para otras naciones.
A convite do primeiro-ministro Narendra Modi para una visita de Estado e participación en una cúpula de inteligencia artificialel presidente protagonizou cenas de parceria com o líder indiano, en claro movimiento de manutenção do relacionamento entre os países.
Já na Coreia do Sul, palavras de afeto entre Lula y Lee deram o tom das reuniões, com el sul-coreano afirmando que a infância comum entre eles os aproxima. “Trata-se de uma amizade de meninos operários”, dijo Lee durante su brinde no banquete de Estado.
Desde la última visita de Lula a Seúl, en 2005, ningún presidente de Brasil ha viajado al país en visita de Estado. Lula declaró que esto es “incompatible” con las relaciones entre las naciones.
En el viaje de vuelta, una escalada sorprendente o levou a una breve parada en Abu Dhabi, donde se reunió con el líder del país, el xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan, en una “reunión de trabajo”, segundo en la agenda del presidente.
El Planalto afirma que o encontro foi focado na cooperação em comércio e investimentos e que os líderes expressaram a vontade de concluir rápidamente o acuerdo entre el país árabe y el Mercosur, además de destacarem a necesidad de paz no Oriente Medio.
Não houve anúncios comerciais sobre o encontro na capital árabe.
