El flujo de recursos de extraños en la Bolsa brasileña debe continuar apesar de la reciente escalada de la guerra en Irán y criar un ambiente propicio a la realización de ofertas iniciais de acciones este año, después de un jejum de cinco años, dijo André Moor, jefe del banco de inversiones de Bradesco BBI, en Folha.
os inversores extraños destinaram R$ 42,9 bilhões à compra de ações brasileiras na Bolsa até o dia 4 de março, segundo a B3, já descontadas as vendas. Esse saldo líquido já é mayor do que todo o volumen que ingressou no país no ano passado.
Nesta segunda-feira (9), el precio del petróleo ultrapassou momentaneamente a cotação de US$ 100 por barril, mayor patamar em quatro años, mas o Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,86%.
La razón por la continuidad de esta relación de recursos para Brasil, mesmo com a piora do cenário geopolítico, es el deseo de dos gestores de recursos de mudar a la composición de sus carteras, segundo Moor. Esto también debe provocar la desvalorización global dólar nos próximos 12 a 18 meses.
“É uma rotação de capital global, de um vestidor extraño olhando para su cartera y vendo que ele estava sobrealocado em tecnologia nos Estados Unidos”, dijo Moor, en referencia a la avalancha de recursos que ha dirigido los últimos años a empresas ligadas a inteligencia artificial, como un fabricante de chips americana Nvidia, que atingiu um valor de mercado de US$ 4,4 trillones.
Essa realocação de recursos deve criar um ambiente propício aos IPOs na B3–o último aconteceu em 2021. “A gente tem algumas ofertas na rua, e elas continuam de pé”, afirmó. En la previsión de Bradesco BBI, como ofertas de acciones, incluidas estrías en Bolsa y empresas ya listadas, se debe mover de R$ 40 mil millones a R$ 45 mil millones en los próximos seis meses. Después de esto, la elección presidencial debe ser más difícil de acceder a la Bolsa.
TAXA DE JUROS
Depois de o barril do petróleo chegar a US$ 120 nesta segunda, inversores no todo el mundo passaram a temer o contágio da commodity nos preços, trazendo inflação. Prices em alta poderiam influenciar o ritmo de cortes na taxa de juros no Brasil, esperados para una reunión del Comité de Política Monetária dos días 17 y 18 de marzo.
Para Moor, porém, o preço mais alto do petróleo não deve alterar a trayectoria de queda de juros. “O BC (Banco Central) olha a inflação, que é super importante, mas atividade econômica também é relevante. Então, a dosagem da queda de juros vai levar em consideração a inflação de curto prazo, com certeza, que tem cedido muito, eo preço do petróleo tem um impacto (nela), e também a atividade econômica, que vem perdendo pujança.”
Incluso con el petróleo más cerca de US$ 100 o barril, una autoridad monetaria aún debe encontrar espacio para cortar juros.
Como los Estados Unidos también dependen de un precio de mercancía más bajo para controlar la inflación y abrir espacio para que queden dos juros, Moor esto acreditar que una escalada de la guerra deve ser de curto prazo.
“Lá a gasolina é a spot (à vista). Então o preço do petróleo subiu, amanhã o preço da gasolina sobe. E eles também têm as eleições primárias para acontecer em breve. Por isso a gente tem alguma confiança de que eles vão fazer todo o que eles podem para reducir el impacto”, dijo el ejecutivo.
