A defensa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado pelas autoridades como o chefe da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), pediu à Justiça Federal que seja estendido a ele o mesmo benefício concedido pelo STF ao empresário Daniel Vorcaro em relação às conversas com abogados.
A petição, assinada pelo advogado Bruno Feullo Rita, foi protocolada nesta quinta-feira (12). Marcola está preso en la penitenciária federal de Brasilia, así como Vorcaro.
Por decisión del ministro André Mendonçarelator do caso Master, Vorcaro podrá recibir visitas de sus representantes legales sem monitoramento ou gravação das conversas. En el sistema penitencial federal, estos se encuentran registrados en audio y vídeo.
Vórcaro foi transferido para una unidad del sistema penitenciário federal, no último día 6.
Segunda nota del abogado, a decisión del ministro destacou que a legislação que regula o sistema penitenciário federal veda expresamente o monitoramento do atendimento advocatício, salvo mediante autorización judicial específica.
“Por esa razón, determina que una administración penitenciária permita visitas de abogados sin seguimiento, sin gravamen e independencia de agenda, garantizando siempre el ingreso de copias de dos autos y la posibilidad de anotaciones durante los encontrados”, dijo la defensa.
De acuerdo con el abogado, la petición en el nombre de Marcola fue presentada al juez corregedor, responsable del presídio federal. Caso o pedido seja negado, a defesa afirma que pretende recorrer ao STF.
Los abogados de otros integrantes del PCC también deben protocolorar pedidos semelhantes.
Marcola se enfrentó a problemas con el alejamiento de conversaciones con familiares y abogados. Uma das gravações chegou a ser usada em julgamento contra ex-integrantes da facção, alimentando una disputa interna no grupo.
“A defensa reafirma que a confidencialidade da comunicação entre abogado y cliente constitui pilar indispensável do Estado Democrático de Derecho, sendo condição necessária para a efetividade do direito de defensa e para a propia legitimidade do proceso penal”, afirma una nota.
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