Donald Trump quer dominar oh alimentadoo banco central dos EUA. Imagina que pode mandar na economia, sem mais —em jurosprecios, división, empresas. Tudo não passaria de mera política, da vontade do rei. Imagina aún que pode, sem mais, usar pura fuerza en la política mundial.
No limite, interessados, ofendidos e humilhados tendem a reagir. Na economía, con descrédito progresivo, en algún momento abrupto, do dólar En el mercado americano, onde está el grosso da poupança mundial. Na política, países vão pensar em coalizões de defensa e em ter bomba atômica.
Em esto. Una reacción significativa leva tempo, até mesmo se houver fuga do dólar. El resto, los mercados financieros se adaptan a la comodidad del hogar y criar ondas duradas e insustentáveis de ganancia, picaretagem y loucura.
Trump mete a la mano en impuestos de importación, comercio, inversiones y empresas, un capitalismo de compadres mafiosos. Una plutocracia baixa a cabeça ou imagina que pode ganar con el negocio. Mas a finança teme besteira.
Jamie Dimon dice en público que bulir con la independencia de la Fed “provavelmente não é uma boa ideia”, con riesgo de inflación e juros maiores depois de um tempo.
A gente está acostumbrada a ouvir essa banalidade, goste-se ou não dela. Mas Dimon es presidente de JPMorgan, mayor banco dos EUA, arquiduque da finança. defensa Jerome Powellpresidente de la Fed, que está sollozando una investigación criminal promovida por el gobierno Trump: qualquer servidor do Estado está sujeto a represalias se não curvar.
En abril del año pasado, la tarifa de Trump detonó una começo de pánico en el mercado financiero. Dimon e turma disseram a Trump que daría besteira —ele recuou.
Agora, Dimon, parte da finança, presidentes dos BCs mais importantes do mundo (Brasil incluido), do BIS, etc., defienden a Powell. Até diputados republicanos dicen que, si ameaça continuar, no van a aprobar nomeados de Trump para la Fed.
Los mercados, en cambio, ahora no deram bola para atacar a Powell. Esto es, não houve mudança em preços (juros, valor do dólar, entre outros), afora o do ouro, que se tornou válvula de escape (limitada) sob Trump 2. Talvez acreditem que Trump vá recuar. Ou acham que o Fed pode se render à pressão (era asim, até meio século atrás), pero nem tanto o tan rápido asim.
A degeneração, pois, pode durar, um apodrecimento contínuo, a não ser que estoure guerra grande ou “os mercados” puxem o pino de nova bomba atômica Financeira.
Trump, como quase qualquer gobernador, querrá determinar as taxas de juros, a começar pelas de curto prazo. Para comenzar, isso significa mexer com: 1) o valor da moeda da maior parte das reservas e das transações comerciais do mundo; 2) o custo dos empréstimos que o gobernador americano toma para financiar su déficit; 3) o financiamento do exceso de gastos dos EUA (o país consome mais do que produz, tem déficit externo).
Como quase qualquer gobernador, Trump quer crédito fácil, juros bajos “para todos” e también para el gobierno, que, imagina, podríaia asim gastar mais sem que a dívida cresça muito. No fim das contas, assunto enrolado, isso implica que o BC, o Fed, vai financiar o gobernador (de modo mais descarado do que tem feito desde 2008 y por mero deseo de Trump).
¿Onde já otuvimos essa conversar? ¿Brasil?
Enfim, Trump é ameaça para el dólar, para el crédito y para la economía dos EUA; Incentiva o mundo a se preparar para a guerra. Mera “vontade política”, arbítrio, dá nisso.
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