O leilão havia acabado 15 minutos antes, mas o barulho das batidas de martelo ainda ecoavam pelo salão da B3una Bolsa de Valores en São Paulo. Dezenas de pessoas subiam ao púlpito para se filmarem com o objeto.
“Aquele momento é um símbolo. Significa que el proyecto fue exitoso. É uma das dos grandes marcas da Bolsa, junto con la campaña de IPO”, afirma Guilherme Peixoto, superintendente de Relacionamento e Governança em Licitações da B3.
Una batida de martelo que importa é a dele. Hace 15 años en la empresa, en 2017 asumió el sector que cuida las licitaciones. É Peixoto quem lê as ofertas feitas pelo ativo e, a depender da situação e do edital, comanda os lances em viva voz. Mas chamá-lo de “leiloeiro” não é correto. Él es director de sesión pública.
Estos eventos têm han sido comunes. Pelos números da B3, hasta el final de 2025, por 20 leilões, con R$ 229 mil millones de inversiones contratadas en total.
“El crecimiento refleja não apenas o aumento da pauta de concessões do país, mas também a capilaridade da atuação da B3 nos entes subnacionais (estaduais). Havia o entendimento antes que a B3 estava lá apenas para grandes projetos. Mas são esses entes os que mais precisam”, define Mônica Salles Lanna, gerente de Relacionamento e Governança em Licitaciones.
Entre los sectores contemplados están a 7 mil kilómetros de rodovias concedidas em 17 leilões (R$ 120 mil millones de inversiones), seis certames de saneamento (R$ 25,5 mil millones), sete de portos (R$ 5,9 mil millones) y cinco de energía (R$ 5,5 mil millones).
No hay horizontes que sean grandes licitaciones, como o Tecon 10, la megaterminal de Puerto de Santos eo novo centro administrativo de São Paulo (cada um com inversiones previstas de R$ 6 mil millones).
“A gente está viviendo nosso melhor momento em infraestructura y que vai continuar en 2026. En las carreteras del gobierno federal, será el 19. A gente fechou 2017 con 12 proyectos. En 2025, para 80″, completa Peixoto.
Los leilões na Bolsa começaram na década de 1990 y, desde entonces, passaram pela siderurgia (Vale y CSN), bancos estaduais (como o Banespa)líneas de energía (en respuesta al apagão de 1999 y a la crisis de 2001), rodovias, puertos y aeroportos (en preparación para a Copa del Mundo de 2014). El poder concedente era siempre a União até que, a partir de 2015, los estados comenzaron a copiar una fórmula.
En 2010, en B3 apenas dos gobernadores estaduais como clientes (São Paulo y Bahía). No final de 2024, eram 22.
O departamento de Relacionamento e Governança em Licitações tem nove pessoas mas, a depender da quantidade de projetos de concessões preparados ao mesmo tempo, pode chegar a 30. A B3 é contratada siempre para poder concedente y é remunerada pelo vencedor do leilão. É a Bolsa quem faz a liquidación financiera, a gestión de garantías y transferencia de dos activos. Ela acompaña todo el proceso con el concesionario até a assinatura do contrato.
“A B3 não tem interesse no projeto e nunca vai ser o poder concedente. Se a B3 participa da modelagem do projeto, pode ter um viés, mas não é o caso. Nunca vamos a estar nesse papel y não seremos financiadores. A vantagem é a B3 ter toda a expert, estar no centro do mercado financiero, não ter nenhum interesse nos projetos nem vínculo con os entes”, afirma Mônica.
Empresa de capital abierto e listada en Bolsa, a B3 recibe un valor predeterminado de cada ley. Esto va a depender de una serie de variables, que van a salir de la complejidad del proceso y la infraestructura necesaria. Consultada, a companhia não revela quanto recebeu em 2025 dos certames que organizou e quanto representa na sua arrecadação.
En 2024, una receta de B3 por R$ 10,6 mil millones. Nuestros dos primeros trimestres de 2025, pagarán R$ 5,31 mil millones.
A rotina do leilão começa quando a Bolsa recabe los detalles de la edición y começa os atos preparatórios. Son necesarios entre 20 y 30 días para analizar y recomendar además de la documentación presentada.
A Bolsa é responsável pela guarda dos papéis, que ficam no cofre da sede. As audiências y reuniões preparatórias são gravadas e armazenadas por tempo indeterminado, caso aconteça alguma contestação.
As propostas são apresentadas dias antes do certame. São fechadas com lacre numerado, colocados em malote e também guardadas no cofre.
“A data do leilão é o nosso ápice”, constata Peixoto.
Começa às 7 horas da manhã com a abertura do prédio ea preparación para recibir como autoridades. El equipo de B3, una comisión responsable del editor y los representantes de los proponentes van até o cofre resgatar os sobres. Estos serán abiertos apenas durante una sesión. É apenas naquele momento que os lances são conferidos e verificados se são válidos ou não.
Caso as melhores propostas estejam próximas, é iniciado o viva-voz. Peixoto y Mônica reconhecem ser una imagen más clásica de un leilão. Os interessados se revezam gritando propostas cada vez mayores.
“Tem aquela imagem do ‘dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três’ antes de decidir o ganhador. Mas não é assim”, dijo el superintendente.
Há um tempo determinado entre as ofertas. Podem ser 30 segundos o un minuto. Pero esto no es un riesgo. Peixoto afirma que o importante é maximizar a outorga do ativo. Ele só começa a contagiom se nota que el proponente está parado, sinais de que vai presentar una nueva oferta.
É quando, enfim, bate o martelo.
“La vida del ser humano está marcada por símbolos. Este é um. Significa que completau uma jornada”, dijo Mônica.
“A gente vê o PIB acontecendo. Dá orgulho dessa agenda”, concluye Peixoto.
