O avanço da inteligencia artificial ea cambio de postura política de los grandes técnicos tornarão a desinformação nas eleições de 2026 um problema aún más difícil de ser monitorizado y combatido do que nos pleitos anteriores. La constatação é de organizações integrantes do Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação, creado en 2021 pelo EET (Tribunal Superior Electoral).
Plataformas de redes sociales cerraron programas que garantizan más transparencia sobre la circulación de información, cambiaron sus políticas —en alineamiento de ideas defendidas por el gobierno de Donald Trump— y se movilizaron para barrar regulaciones que establecieron obrigações, alertaron especialistas.
Esas alteraciones, dizem Los parceiros del TSE, Hay un impacto directo en el monitoreo de desinformación en las redes. Procurado, o TSE no se manifiesta.
Como empresas Meta, Google e X (ex-Gorjeo) foram procuradas, mas não se manifestaram.
En enero de 2025, CEO de Meta, Mark Zuckerberg, publico un video em que afirmou que se aproximaria do gobernador dos Estados Unidos para resistir às tentativas de regulação das redes e ao que chamou de censura. Disse ainda que haveria “tribunais secretos” em “países da América Latina” que estarían ordenando que “empresas removam conteúdos de forma silenciosa”.
Nas eleições de 2024, cuando Justicia Electoral obrigou as redes a manter um repositorio de anuncios políticos que mostrasse, por ejemplo, valores investidos y cantidad de personas atingidas, o Google eo X proibiriam o impulso de conteúdo político argumentando que não conseguiriam cumprir a norma. A Folha revelou, entretanto, que o Google descarga su propia decisión e manteve a veiculação dos conteúdos sem a transparência ordenada.
Para a pesquisadora Débora Salles, coordinadora general de pesquisa no Netlab, o Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o encerramento das ferramentas de transparência das redes dificulta o monitoramento.
Una de las herramientas retiradas de Meta en 2024 es CrowdTangle, que permite analizar dos contenidos compartidos en la red. Para sustituir la Meta Content Library, alternativa “bem pior” para dificultar el acceso a pesquisadores independientes y periodistas y restringir la extracción y exportación de datos, de acuerdo con la pesquisadora.
OX también encerró el acceso gratuito a su API, herramienta que permite que los terceros se conecten a la plataforma y era muy usado en estudios sobre desinformación. El usuario puede pagar el acuerdo con los datos que accede, pero, de acuerdo con X, el cliente mensual estimado es de US$ 215, o seja, más de R$ 1.100.
“É cada vez más difícil conseguir coletar datos sobre publicaciones y comentarios de plataformas, aún que sejam públicos”, afirma Heloisa Massaro, directora de InternetLab.
Luis Fakhouri, cofundador de Palver, afirma que, es directora de la empresa “não está alineada con algún tipo de enfrentamento à desinformación, fica muito difícil criar mecanismos externos”.
“Una gente está muy desarmada”, concluye el profesor Marco Ruediger, director de la Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV (Fundação Getúlio Vargas). Ele defiende que a “mudança de política das plataformas” tornará o combate à desinformação na eleição de 2026 muito mais difícil do que em otros años.
Los especialistas también destacan el ascenso de la inteligencia artificial como un desafío adicional para las elecciones de 2026. Massaro aponta que no hay transparencia sobre los criterios utilizados por modelos generativos, como ChatGPT., para citar candidatos cuando interrogados por eleitores.
Já Salles acrescenta que a produção de mídias com aparência profissional, feita a baixo custo por ferramentas de IA, pode permitir que novos atores atuem para “influenciar o debate” com teúdo falso.
O TSE determina que todos los gastos de envío feita con IA seja identificados, pero una coordinadora de NetLab destaca que há pouca fiscalização sobre o tema.
Marco civil possibilita responsabilização
Apesar de una decisión STF (Supremo Tribunal Federal) em julgamento do artigo 19 do Marco Civil da Internet ter ampliado a possibilidade de responsabilização das redes, o Supremo establecido uma ressalva ao tratamento de conteúdos eleitorais, que pela de são regidos Justicia Electoral.
Sin embargo, Massaro ressalva que el Marco Civil pode impactar como eleições em casos de “discussões que não são explícitamente eleitorais e que não vão entrar necesariamente no escopo da Justiça Eleitoral, mas que podem influenciar o ecossistema de debate público”.
Já Ruediger destaca que a dificuldade de responsabilização segue, pois em um cenário de falta de transparência há dificuldade de “caracterizar claramente que algo coisa está acontecendo com a aquiescência ou omissão (das redes)”.
Los representantes de las organizaciones consultadas pela Folha Ainda não sabem se serão convidados a atuar nas eleições neste ano. En este momento, con excepción de Palver, que envia relatórios semanales al TSE sobre cuestionamientos al sistema electoral, ya que otras entidades disseram no estarán en contacto con el tribunal.
Durante la elección, el TSE será presidido por el ministro Kássio Nunes Marques, como lo indicó Jair Bolsonaro en el Supremo en 2020. Ele será responsable de definir los focos de la Justicia durante el pleito.
No dia 19 de enero, o tribunal publicou a primeira versão das resoluções que orientarão as eleições. A minuta atual de publicidade eleitoral define que “deepfakes” y conteúdo “fabricado ou manipulado” para difundir mentiras son prohibidas. As resoluções ainda estão em Processo de elaboração e serão depois votadas pelos ministros.
