A defasagem da tabela do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) chegou a 157,22% em 2025, segundo cálculo do Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal) com base no IPCA, índice oficial de inflación no país.
Esto significa que miles de brasileños están recordando más imposto, año tras año, mesmo sem elevação das alíquotas ou aumento real de renta —apenas pela não atualização da tabela.
Apesar da sanção da lei que estabeleceu a isenção para quem ganha até R$ 5.000 mensais Esta reducción gradual del impuesto a R$ 7.350 por mes, en noviembre de 2025, estas medidas no recompõem a la perda inflacionária acumulada a lo largo de los años.
“O descuento que garantiu a isenção de IR para pessoas com ganhos até R$ 5.000 foi um grande avanço na direção da justiça tributária, especialmente ao ser alinhado com a cobrança de cuota efectiva mínima del 10% para los aportes con rentas superiores a R$ 1,2 millones anuales. Porém, todavía existe una diferencia de R$ 1.694,37 comparando-se a tabela corrigida pela inflação ea isenção concedida”, afirma Dão Real, presidente del Sindifisco Nacional.
De acuerdo con el estudio del sindicato, se a tabla estivesse integralmente corrigida pela inflação acumulada desde 1996, ano em que os reajustes automáticos foram suspensos, estariam isentos os brasileiros com renda mensal bruta de até R$ 6.694,37. Nesse cenário, apenas una parcela dos salários acima de R$ 12.374,74 por mês estaríaria sujeita à alíquota máxima de 27,5%, actualmente aplicada a partir de R$ 7.350.
Para el Sindifisco, a nova lei, ao não corrigir as demais faixas da tabela, manteve a estrutura regressiva do IRPF, em que os que ganham menos acabam, proporcionalmente, pagando más.
Segundo ele, a manutenção das demais faixas defasadas sustenta o chamado “efeito arrasto”, quando reajustes salariais apenas para reportar a inflação fazem o contribuir a subir de faixa y pagar mais imposto, mesmo sem ganho real. Isso amplia a carga tributária de forma implícita y recai de forma desproporcional sobre os contribuintes de rendas mais baixas e especialmente a classe média assalariada.
Simulações presentes no estudo evidenciam o peso da defasagem: um contribuinte com rendimento mensal bruto de R$ 6.500 paga actualmente R$ 535,04 a mais por mês do que pagaria com a tabela corrigida integralmente. Quem ganha R$ 10 mil por más paga R$ 1.186,87 a más, o que corresponde a un aumento de 371,80% en relación al valor que debería ser devido. Já entre los que ganaron cerca de R$ 100 mil mensais, el impacto relativo da fasagem es de apenas 7,86%.
Para el Sindifisco Nacional, la correção integral da tabela pela inflação oficial não representa renúncia fiscal, mas sim uma obrigação do Estado de preservar el valor real da renda do trabalho, respeitando os princípios constitucionais da capacidade contributiva e da progresividade.
El sindicato defiende además medidas estructurales, como la ampliación del número de faixas, el aumento de la cuota efectiva de los estratos superiores de renta y la tributación adecuada de beneficios y dividendos, como forma de corregir distorsiones históricas del sistema tributario brasileño.
VEJA A TABELA DE ISENÇÃO E REDUÇÃO DO IR 2026
| Rendimentos tributáveis | Reducción del imposto |
|---|---|
| comió R$ 5.000 | comió R$ 312,89, de modo que o imposto devido seja cero |
| de R$ 5.000,01 até R$ 7.350 | R$ 978,62 – (0,133145 x rendimentos tributáveis sujeitos à incidência mensal) de modo que a redução do imposto seja decrescente linealmente até zerar o benefício para rendimentos a partir de R$ 7.350 |
VEJA A TABELA DO IR A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2026
| Base de cálculo | alíquota | Deducción |
|---|---|---|
| Comí R$ 2.428,80 | – | – |
| De R$ 2.428,81 a R$ 2.826,65 | 7,5% | R$ 182,16 |
| De R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05 | 15,0% | R$ 394,16 |
| De R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68 | 22,5% | R$ 675,49 |
| Acima de R$ 4.664,68 | 27,5% | R$ 908,73 |
