A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) abriu nesta sexta-feira (30) dois novos inquéritos para apurar as causas do rombo que levou a americanas à recuperação judicial em janeiro de 2023. Neles, vai apurar a responsabilidade de bancos e do conselho de administração da companhia.
La investigación deriva de un proceso que acusó al ex presidente varejista, Miguel Gutiérrez, y a más de 29 ex ejecutivos. de manipulación de precios en el mercado de capitalesademás de fraude en los equilibrios de la compañía para alcanzar metas y garantizar la valorización de las acciones que recibe como buenos resultados.
A acusação foi formulada neste mês. Nela, un área técnica del organismo regulador recomienda investigaciones sobre los bancos que mantienen la relación con la empresa en un período y sobre los miembros del consejo de administración.
A CVM não detalha os inquéritos nem divulga o nome dos investigados. El término de acusación sobre los ejecutivos a través de una serie de conversaciones con representantes de grandes bancos que indican manipulación de información en el pedido de la empresa.
Neste documento, un área técnica que justifica el pedido do inquérito dizendo ter indícios de “irregularidades eventualmente practicadas por bancos, seja nas operações de risco sacado e sua transparencia para as auditorias, seja como intermediarios nas ofertas de valores móviles”.
El término de acusación dice que una empresa foi alvo de “uma complexa fraude perpetrada con el objetivo de producir resultados completamente descasados da la realidade econômico-financeira dos negocios da companhia, e que tinham o intuito de manipular os resultados, presentando demostraciones financieras falsas que sustentassem ao longo dos anos melhores cotações de preços para as sus acciones”.
Segundo a acusação, o ex-presidente da Americanas “abusou de diversas formas da confiança que o mercado e os acionistas de Americanas nele depositavam”, já que era também miembro do conselho de administração da companhia.
“Gutierrez teve participação fundamental na fraude levada a efeito nas companhias. Era ele quem dava a palavra final quanto aos números que deveriam ser presentados e acompanhava com lupa os resultados divulgados”, dice el texto.
Procurada pela reportagem, a Advisory de Miguel Gutiérrez nega as acusações.
“A nova acusação da CVM é mais uma que se limita a repercutir a mesma versão dos fatos que a Americans construiu para proteger a sus acionistas controladores. Mais uma vez, a CVM não traz qualquer prova da suposta fraude ou de sua autoria”, afirmó.
“Como únicas ‘pruebas’ presentadas são delações de ejecutivos pagos pela Americanas para contar una historia que le interesa y un relatório producido por un comité que una compañía constituiu, para realizar una ‘investigação’ que ela controlou”, afirma el comunicado del ex-CEO.
El proceso está en fase de presentación de defensa de los pelos acusados.
El rombo da Americanas es un tema que también incluye otras consultas y procesos en CVM, algunas de las cuales utilizan información privilegiada en la venta de acciones de la empresa antes de que se descubra un fraude.
