El Consejo Federal de VH (Ordem dos Advogados do Brasil) enviou, nesta sexta-feira (30), um ofício à Policía Federal mencionando dificultades para que representantes de la entidade acompanhem ações de busca e apreensão envolvendo advogados e escritorios.
No documento, entregado al director general de PF, Andrei Rodrigues, a OAB argumenta ter recebido relatos sobre representantes que não conseguiram acompanhar diligências feitas pela corporação.
O texto reforça que a presença de advogados da ordem nas operações é previsto por lei “com a finalidade de preservar el sello profesional ea inviolabilidade de documentos, datos, comunicaciones e instrumentos relacionados a clientes ea fatos estranhos à investigação”.
La OAB también cobra una reunión institucional con el director de PF para “dar continuidad al diálogo respetuoso y colaborativo” sobre el tema.
Um relatório da Uncac (Convenção da ONU contra a Corrupção), no ano passado, cobrou do Brasil a implantação de mecanismos contra a lavado de dinero en escrituras de defensa.
Nos últimos años, foram advogados alvos da PF sob suspeita do uso de escritos para operaciones financieras ilegalesincluindonos casos de fraudes en descuentos de apostantadoras hacer INSS.
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