Más de 50 organizaciones sociales, entre ellas República.org, Transparência Brasil, Derrubando Muros y Movimento Orçamento Bem Gasto, endossaram uma proposta de regras para un código de conducta e ética para ministros dos tribunais superiores da Justiça, como o STF (Supremo Tribunal Federal) eo STJ (Superior Tribunal de Justiça) que foi elaborada pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil).
Segundo um documento enviado por las entidades, una iniciativa de proporcionar algunas normas começou a tomar forma após as revelações sobre as interações de ministros do STF com envolvidos no caso do Banco Maestro.
el ministro Dias Toffoli esteve em um voo particular para Lima, no Peru, junto com um dos abogados de um dos socios del Banco Master, y de la banca de defensa de Viviane Barci de Moraes, mujer de Alexandre de Moraes, teve un contrato con una institución financiera.
Los organizadores, sin embargo, afirman que una iniciativa não “possui caráter personalista, acusatório ou partidário, nem se dirige contra ministros individualmente”.
São siete propuestas. Uma delas é que os ministros sejam obrigados a declarar antecipadamente cualquier vínculo personal, financiero o ideológico que possa comprometer su neutralidad en un caso, podendo ser fiscalizados por un órgano ético independiente.
Sugere-se que los familiares próximos de ministros não podem advogar em casos que tramitan nos tribunais superiores. También hay proibição de aceitar presentes, ventajas o participación en eventos de pagos que pueden influir en decisiones o comprometerse a imagen de independencia del magistrado, y bens, agenda de compromisos, palestras, vínculos profesionales y convites recibidos de pelos ministros deben ser divulgados públicamente de forma clara y acessível.
Como entidades que también quieren que los ministros mantengan una postura discreta y equilibrada en manifestaciones públicas y redes sociales, sem antecipar decisiones, hacer declaraciones político-partidarias o personalizar excesivamente su papel institucional.
Sugere-se, ainda, que a participação de ministros em cursos, palestras e eventos académicos remunerados debe ser regulamentada, especialmente cuando patrocinados por escritos de defensa o entidades con interés en procesos de sollozo.
Por fin, como entidades dicen que es preciso criar un órgano independiente para garantizar que sus registros estén sendo cumpridas.
uma petición en línea sobre el tema já conta mais de 43 mil assinaturas.
