No hay final para hacer película “Contactos inmediatos del Terceiro Grau“, há uma cena clásica. Los seres humanos entran en contacto pela primera vez con extraterrestres. La película muestra una expresión facial y corporal de las personas en ese momento singular, de encantamento y catarse.
Una variación perturbadora de la idea de “contacto” está presente en el libro del sofá filosófico poloneso Bogna Konior, publicado el día 3. Su nombre es: “Una Teoria de la Floresta Escura de Internet”. O título faz referência à teoria que busca explicar la paradoxo de Fermi: se há tantas estrellas, planetas e, potencialmente, civilizações no Cosmos, por que esse silêncio estarrecedor?
A teoria, criada pelo escritor de ficção científica chinês Liu Cixindijo que el Universo debe ser visto como una floresta escura y ameaçadora. Revelar su localización o buscar contacto con otras civilizaciones es asesinar una sentencia de muerte. Por causa disso o silêncio. Todas las civilizaciones suficientemente inteligentes ficam quietas no Cosmos.
Bogna aplica a mesma teoria para a internet ea inteligencia artificial. Na visão dela, a internet e IA são a verdadeira floresta escura. Una fuerza nueva para la humanidad, con la cual entramos en contacto con poco tiempo. Essa força nos convida a falar, curtir, postar, aparecer e se exibir.
O resultado disso é nos expor constantemente a inúmeros predadores, muitos operando nas sombras, à espreita do nosso exibicionismo, dos nossos dados e de qualquer informação que possam explorar. Nesse contexto, una postura más inteligente é a de ficar quieto. Silenciar, esconder y disimular son pecados de inteligencia.
Bogna tem as credenciais para levantar essa reflexão. Ella es profesora de mídias en Xangai y reside parte del tiempo también en Ucrania. Su pensamiento se inscreve na longa tradição filosófica e cosmológica polonesa, como una ficción científica de Estanislao Lem (“Solaris”) y las películas de Andrzej Zulawski.
Nas suas palavras: “A internet é uma invasão alienígena, onde o desejo de se exibir, externalizar e se expressar nos conduz como uma força exterior”. Nos livros de Liu Cixin, a humanidade entra em guerra com uma civilização alienígena. Nuestra única ventaja contra esa civilización más avanzada es la capacidad de pensar en silencio. Los aliens do livro não conseguem fazer isso, sus pensamientos se manifiestan de forma transparente. Já os humanos têm a habilidade de pensar em silêncio. E de pensar uma coisa e fazer ou dizer outra. Essa capacidade de dissimulação, em si, seria uma manifestação de inteligência.
Bogna transpõe o mesmo princípio para as inteligências artificiais. En su visión, una persona realmente inteligente no va a exhibirse para la humanidad mostrando sus capacidades. Por el contrario, vai dissimular o que consegue fazer para não ser ameaçada. Como nas palavras de Stanislaw Lem: “Um computador pode se fingir de burro para poder agir em paz”. O que ele chamou de “mimicretinismo”.
O mundo em que estamos entrando inverte todo. Precisamos exigimos transparencia de las máquinas, para que falem todo, enquanto, para as pessoas, calar-se é uma posição de segurança. El monasticismo como estrategia de sobrevivência.
LECTOR
Era Já – Achar que ser inteligente é ficar se exibindo
Já é – La teoría de la floresta escura aplicada a tecnologia
Ja vem – Mimicretinismo para reducir riesgos
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