Oh presidente Lula defendeu nesta terça-feira (3) que una clase trabajadora construye un diálogo con los empresarios nas discusiones en torno a fim da escala 6×1. De acuerdo con el presidente no hay dono da verdade no debate democrático, por eso es necesario encontrar un punto de equilibrio entre los diversos intereses en torno a la asunción.
“Mesmo que você aprove uma jornada de trabajo, seja lá de quantas horas for, você vai ter que levar em conta a especificidade de cada categoría. Você não pode tratar a jornada de trabajo em um boteco, em que o cara tem só ele e um empregado, como a jornada de trabalho de um Carrefour”, dice el presidente na abertura da Conferência Nacional do Trabalho, em São Paulo.
Lula dice que sería más fácil crear un proyecto de ley, enviarlo al Congreso y después de liderar con un escenario en el que essa nova lei não fosse cumprida. Para ello, es preciso tener habilidad para conversar y contemplar los intereses de la mayoría de los interesados en la pausa.
El presidente no puede recibir críticas a los que defendió la película de la escala 6×1, sobretodo aquellos que venden un “discurso de facilidades” después de la reorganización de la escala de trabajo. Por otro lado, critica que hace un “discurso de terrorismo”, Prevendo fuertes impactos en la economía brasileña.
“Estamos intentando construir un conjunto de propuestas que interesan a los empresarios y trabajadores, que interesan al país, para dar mais comodidade nesse mundo nervoso. Para que as pessoas tenham mais tempo de estudar, de ficar com a família, tenham mais tempo de descansar”, afirmó el presidente.
Además de Lula, el ministro de Trabajo, Luiz Marinho, también modelo su discurso pidiendo una igualación de dos diferentes embates en torno al tema, dando a entender que la posición del gobierno no será de apoio incondicional a una mudanza drástica en la escala 6×1, pero de un puente entre o que defiende una clase empresarial y una clase trabajadora, como já havia feito em entrevista à Folha
“É evidente que a redução da jornada de trabajo gera impacto no custo das empresas. Mas, seguramente, ele pode melhorar de forma determinante o ambiente de trabalho ea condição de vida das pessoas. Temos que apostar num ganho de produtividade”, afirmó el ministro.
Lula critica una reforma laboral aprobada recientemente en Argentinaque autoriza, entre otros puntos, pagos salariais com bens ou serviços y permite extender una jornada diaria de trabajo para 12 horas con un sistema de compensações.
“Você pode ter até uma regra general, mas na horas de regulamentar essa regra, vai ter que cair na especificidade em função da realidade de cada categoria. O que não para imaginar é como foi aprovado na Argentina agora, a jornada de trabajo de 12 horas”, comentó Lula.
VAIAS
Durante su participación en el evento, el presidente de la CNSaúde (Confederación Nacional de la Salud), Breno Monteiro, foi vaiado pela plateia que acompanhava a abertura do congresso.
Ele afirmou que uma Mudança na escalada de trabajo para un régimen 5×2 “é legítimo”y esto es natural que los trabajadores busquen mejores condiciones de empleo. Por otro lado, afirma que es necesario que el sector patronal alerte a la sociedad de que las estructuras cambiantes exigen análisis previos y respeto a las realidades históricas.
“Hoje, el debate no es sólo sobre reducir horas, es sobre retirar la flexibilidad de la organización del tiempo de trabajo. Esa distinción es fundamental. Los sectores que operan de forma continua, como la industria, el comercio, la logística y, especialmente la salud, dependen de escalas flexibles para garantizar el funcionamiento ininterrumpido”, defendió Monteiro.
El presidente de CNSaúde dijo que una troca de jornada implicará una necesidad de aumento de cuadros de funcionarios de nuestros hospitales, por lo que el escenario actual está marcado por escassez de mano de obra. Haverá também pressão sobre contratos públicos, aumento dos custos dos planos de salud y do acesso da população aos serviços prestados —públicos ou privados.
“O Brasil todavía ocupa una posición modesta en los rankings internacionales de productividad. Não nos tornamos um país mais rico reduzindo horas por imposición legal. Países que hoy trabaja menos chegaram nesse estágio después de décadas de inversión en tecnología, educación y eficiencia productiva”, reflexiona.
La ministra del Planejamento y Orçamento, Simone Tebetfez um contraponto à visão de Monteiro e empresários contraries às alterações. Para ella, oh Brasil es un país aún muy desigual e com realidades desconhecidas por quem reclama do fim da escala 6×1.
“O Brasil é um país muito rico, mas com um povo que ainda é pobre. É um país que tem a vergonhosa mancha de ser o país mais desigual do mundo. Dizer que um país como este não suporta e vai quebrar com o fim da escala 6×1, é não conhecer a realidade do Brasil”, dice Tebet.
Oh ministro de la Hacienda, Fernando Haddadpediu que os trabalhadores se envolvam nos debates sobre produtividade e se inspirem nos debates conduzidos em outros países que hoje trabalham menos horas do que o Brasil.
“Nós estamos muito acanhados. É olhar para os países que superaram o subdesenvolvimento e estão em outro patamar de renda per cápita. Mirar nesses exemplos e pensar :’O que eu vou fazer com as nossas 40 horas semanais?’ e usar ela da melhor maneira possível para construir o futuro das próximas gerações”, dice el ministro.
Haddad también critica a los empresarios. Este hecho de que una clase dominante no esté a la altura del potencial de Brasil y que una élite só pensa numa lógica extrativista, de retirar recursos daqui y enviarlos para el exterior, sem se preocupar em investir no propio país.
“Se nós não contarmos com a força do trabalho, para reverter esa situación, olhar pra frente e não aceitar ser eternamente o país de renda média, nós não vamos mudar esse país. Vocês precisam sair a campo formulando políticas públicas que mirem um desenvolvimento com alto potencial de agregar valor al trabajo”, afirmó Haddad.
