La decisión del ministro STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli de se afastar da relatoria do caso Maestro foi construída ao longo desta quinta-feira (12). Pela manhã, o ministro dijo a colegas de tribunal que esa posibilidad estaba completamente descartada, apesar das pressões.
Toffoli chegou a afirmar a un interlocutor que, aquela altura, sua saída seria comparável a una admisión de culpa.
Sin embargo, conversas con auxiliares y otros ministros fizeram o magistrado mudar de posição. Los principales argumentos eran de que havia um desgaste coletivo para el tribunal y que la presión sobre Toffoli aumentaba cada vez más.
Esas posiciones se reforzaron durante la reunión convocada por el presidente Edson Fachin con los dos ministros del Supremo, para debatir la relación de la Policía Federal entregue al STF. El documento elaborado por pelos investigadores con información sobre las relaciones entre Toffoli y Banco Maestro aponta indicios de crímenes que podem ter sido cometidos por pelo ministro.
Como mostrou a Folha, El relatório entregue pela PF ao STF aponta que Toffoli recebeu dinheiro da Maridt, que vendeu sua participação no resort Tayayá em 2021 para un fundo da teia do ex-banqueiro Daniel Vorcarono lo hagas Maestro.
O magistrado disse que isso ocorreu por ser sócio da empresa junto a otros familiares. En nota divulgada en esta quinta, el ministro confirma que “faz parte do quadro societário” de la empresa Maridt, que foi uma das donas do resort Tayayá, no Paraná.
Segundo participante de la reunión, Toffoli se defendió de todos los cuestionamientos sobre su relación con el ex-banqueiro Vorcaro, dono do Master, mostrando documentos inclusivos.
Os ministros construyeron então uma declaración pública en el nombre del tribunalargumentando que, apesar da saída de Toffoli do caso, não havia suspeição e, portanto, todos os atos praticados por ele como relator deveriam ser considerados válidos.
Esta decisión fue considerada importante por los pelos integrantes del corte para intentar impedir una onda de anulações nas investigações, evitando también nuevos desgastes del STF en la sociedad. Toffoli concordou com esa costura sin presentar objetos.
Como informou a la coluna Mônica Bergamoel relato de PF sobre mensajes trocadas entre Vorcaro y su cunhado, Fabiano Zettel, en que ambos discuten pagos para Maridt.
Nas mensagens, Vorcaro y Zettel citan el nombre del magistrado y combinan como transferencias, que seriam pagos por la compra del resort. Há menções a pagamentos recientes, feitos em 2025, ano em que o negociocio foi concluído.
En nota, el ministro afirmó que “jamais recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de su cunhado Fabiano Zettel”.
Algunos ministros manifestaron contrariedade à atuação da PF nesse caso. Segundo um relato colhido pela Folhaa avaliação desse grupo é que a corporação fez uma investigação contra Toffoli sem autorização —uma vez que uma apuração formal contra ministros do STF precisa de aval prévio do tribunal.
Embora a PF não tenha iniciado formalmente um inquérito, a impresão desses magistrados é que houve um avanço que foi além de uma coleta de material que citasse Toffoli, apontando conexiones e tratando-o como se fose um dos investigados. Esses ministros afirmam que a conduta deberá ser analizada pelo novo relator do caso. André Mendonça fue elegido para una función.
