A expectativa de uma das maiores transferências de riqueza da história aquece o campo de gestión de grandes fortunas no Brasil y no mundo.
Estima-se que US$ 124 trilhões mudarão de mãos até 2048, entre herdeiros, viúvas e filantropíade acuerdo con la relación de la consultoría Cerulli Associates, sobre el mercado de alto y ultra alto patrimonio nos UEA.
Na América Latina, que tiene Brasil como protagonista, o movimiento deve somar em torno de US$ 9 trilhões nas próximas décadas.
São cenários e grandes números reunidos en la pesquisa “Filantropia & Family Offices: Perspectivas e Oportunidades”, realizada por Juliana de Paula y Cássio Aoqui, consultores sêniores no campo filantrópico.
O estudo traça o panorama mais abragente já feito no país sobre o papel dos Oficinas unifamiliares (SFO), estructuras que atienden exclusivamente a una única familia, y Multi Family Offices (MFO), que agregan diversas familias, en filantropía brasileña.
Una pesquisa inédita ouviu 83 encuestados de 70 family offices, además de representantes de 23 familias de alta rendaen un total de 106 entrevistas cuantitativas y cualitativas que muestran mujeres y nuevas generaciones asumiendo protagonismo en las decisiones sobre inversión social y legado.
“A gente vê no Brasil um número muito grande de family offices sendo criados, quando sabemos que haverá nos próximos años a maior transferência de riqueza e patrimônio da história”, dijo Aoqui. “Essa redistribuição a través de una necesidad de planificación patrimonial más cómoda.”
Dados de 2023 da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), entidad que representa bancos, gestoras y corretoras, mostró que el número de estructuras formais de family office cresceu 82,5% em tres años, pasando de 80 a 146, con R$ 457 mil millones en gestión.
Entre los Single Family Offices pesquisados, el 85% de la clientela corresponde a más de R$ 1 billón en patrimonio. Y entre los múltiples, el 6% de las familias son patrimoniales patamar, mientras que el 11% se encontró con una faixa de R$ 500 millones a R$ 1 billón en patrimonio.
Quanto aos valores doados, observe-se amplitud de faixas, com destaque para famílias que destinan entre R$ 1 millón y R$ 5 millones anuales (30%) y aquellas acimas de R$ 10 millones (25%).
La mayoría de las familias de altissima renda entrevistadas (71%) já estruturou sua atuação filantrópica por meio de fundações, institutos ou endowments próprios, o que indica nivel relevante de formalización.
“Apesar de ser un tema debatido, falta colocar mais estratégia na filantropia”, dijo Juliana de Paula, miembro de P150, red global de asesores en filantropia. “Os family offices podem potencializar um mayor impacto socioambiental pelo público de alta renda que atiende.”
Entre los entrevistados de familias de alta renda, 67% lideram a filantropía familiar, como Teresa Bracher, filantropa y ambientalista, casada con el ex banqueiro Cândido Bracher.
“A gente tem compromisso com o Brasil: melhorar o país para ser mais justo, com oportunidades para todos”, dijo Teresa, en el momento destacado na pesquisa.
Entre los Single Family Offices, el 52% trata de filantropía de forma estructurada, con el 63% de dos clientes detentores de instituto o fundación propia, indicadores de una mayor madurez institucional.
En cuanto a las Multi Family Offices, la presencia del tema es más difusa y reactiva: el 47% aborda la filantropía tan pronto como el cliente traz o assunto y el 31% aún no se involucra con la paz, en un contexto complejo sin igual, el 70% asiste a más de 31 familias.
Durante el evento de presentación de la investigación, Luiza Nascimento, directora-presidente de Ice (Instituto de Ciudadania Empresarial) y neta de Sebastião Camargo, fundador del Grupo Camargo Corrêa, señalaron la importancia de datos concretos para iniciar una conversación con los gestores de family offices.
“Temos um caminho longo a percorrer e pesquisas como essas vão nos ayudar a vencer barreiras e superar aquella visión de que family office é só para fazer investimentos e preservar patrimônio da família”, afirmó.
“A filantropia é uma ferramenta que pode trazer mais união familiar, pensando em legado e na marca que se quer deixar no mundo. Não adianta só pensar em todo dinheiro que se pode herdar, mas o que vamos fazer com ele.”
Entre los gestores de Multi Family Offices entrevistados, el 47% apontam a nova geração y el 25% como mujeres como principais impulsionadoras da pauta da filantropia.
“O protagonismo na agenda filantrópica migrou das lideranças fundadoras para novas voces familiares”, dijo Juliana de Paula. “Sinal de uma mudança cultural e de valores. A filantropia aproxima e humaniza relações. Ela pode ter esse papel como um elo intergeracional.”
Mariana Feffer, 36 años, hija del controlador SuzanoDavid Feffer, parte del consejo consultivo de investigación, trazendo su olhar como representante de esa nueva generación y fundadora de Regeneración Group, criado para trabajar con familias de alta renta en el campo de impacto en todos los continentes.
“É o momento de destravar capital filantrópico”, dijo ela. “Minha crença é a de que nesse momento do mundo necesitamos aumentar o volumen de capital para garantizar el futuro do planeta, tendo familias detentoras de alto patrimonio como financiadoras.”
Ela atua nessa perspectiva há oito anos, ao criar a Generation Pledge, una comunidade que reúne 93 herdeiros de 24 países, que se comprometió a movilizar US$ 840 millones en donaciones.
“As novas gerações têm apetite por relevância e resultados, não se guiam por paixões, mas por aquilo que funciona”, dijo ela, sobre escolhas que qualifica de agnósticas, na base do “show me the impact” (mostre-me o impacto, em tradução livre).
Entram em cena dos factores, medición de impacto y conocimiento sobre filantropía. “Los profesionales de family office no saben hacer impacto. É preciso calçar as sandálias da humildade e buscar formação e conhecimento”, avalia Feffer.
Paraca Beatriz Johannpeterherdeira da família Gerdau, o grande gap hoje is no mercado de capitais identificar e estructurar productos financieros de impacto. “Ainda falta interés en equilibrar de forma consciente riesgo, retorno e impacto. É justamente aí que podemos e devemos colocar energía y recursos filantrópicos para destravar ese movimiento.”
Segundo, el UBS Global Family Office Report 2024, entre el 40% y el 45% de 320 single family offices en 30 países, que cerca de US$ 600 mil millones en activos, incorporará criterios de sustentabilidad o inversión de impacto en sus carteras.
Na avaliação de Cássio França, secretário-executivo do Gife (Gurpo de Instituto, Fundações e Empresas), a pesquisa revela o enorme potencial que as famílias de alta renda têm para agregar recursos privados para proyectos de interés público.
Segundo o censo da filantropia 2024-2025, divulgado pelo Gife neste mês, la inversión social privada chegou a R$ 5,8 mil millones en 2024un crecimiento sostenido, pero aún más tiempo se registra la pandemia.
“A redução das desigualdades no Brasil também passa pelo engajamento e corresponsabilização dessas famílias”, dijo França. “É possível criar arranjos que estimulem mais a doação, agreguem a ideia de impacto social nos legados familiares e criem relações de confiança entre famílias de alta renda, organizações da sociedade civil e as políticas públicas.”
