Una invasión americana Venezuela ea captura de maduro são vendidas como um episodio de ordensoberanía, segurança e/ou democracia. Mas isso é una superfície. No hay centro de disputa petróleovelho conhecido da geopolítica do medo. Cuando grandes potencias se mueven, no es sólo un gobierno que cai o se reorganiza. É o mercado global energético que se reacomodapresionando países vizinhos a responderem com mais extraçãomais concessões e menos cuidado. E de Brasil no hay fora desse tabuleiro.
A lógica é conhecida: se a “Nueva Venezuela” tutelada volta ao jogoa oferta muda, los precios tienden a oscilar y corrida por la competitividade se intensifica. Isso empurra países como Brasil a furar mais poços, acelerar licencias, flexibilizar regras ambientais y transformar urgencia económica en justificación político-económica. O discurso do desenvolvimentista reaparece, pero quem paga a conta raramente aparece nas planilhas. O petróleo circula, o capital respira, eo território sangra.
É nesse ponto que una crisis deixa de ser apenas geopolítica y se torna climática y racial. La expansión de la exploración energética no avanza sobre barrios ricos o zonas protegidas por el confort político. Ela avança sobre a Foz do Amazonas, florestas, sobre terras indígenas, sobre reservas ambientales y sobre comunidades quilombolas que históricamente já vivem no limite da sobrevivência. São esses corpos e territórios que absorvem o impact da contaminação, do desmatamento, da água imprópria, do ar irrespiravel. El sofrimento ambiental tem cor e história.
Cuando se falla en seguridad energética, rara vez se falla en seguridad alimentaria. Quando se fala em soberania, pouco se fala da soberania dos povos que viven onde o petróleo está enterrado. A guerra pelo controle de resources redefine fronteiras invisíveis e transforma vidas em danos colaterais aceitáveis. É una pedagogía cruel que enseña que algunas poblaciones pueden ser sacrificadas en el nombre de la estabilidad del mercado y del progreso.
Los avances conquistados en la COP30 corren un riesgo real en este escenario. Los compromisos climáticos son frágiles cuando se enfrentan con intereses inmediatos, y la presión por el crecimiento rápido es atropelar cualquier promesa de transición justa. O Brasil, que podría liderar un camino más responsable, corre o risco de repetir a velha escolha: crescer agora, reparar sabe-se lá quando.
Esse é o coração da geopolítica do terror e do medo. No es sólo sobre tanques, sanciones o prisas especiales. É sobre quem terá su territorio invadido sem manchete, quem perderá direitos sem anúncio oficial, quem adoecerá sem compensação. Falar de Venezuela es también falar del futuro ambiental de Brasil y de América Latina.
Si no deslocarmos el debate sobre el petróleo para las personas y para el clima, seguiremos presos a una lógica que acumula riqueza de un lado y distribuye el sofrimento del otro. Y, como quase siempre, os mais vulneráveis pagarão o preço de uma guerra que nunca escolheram travar.
¡Un sable se a ONU regula a América!
O editor, Michael França, pede para que cada participante del espacio Políticas y Justicia da Folha de S. Paulo sugira uma música para los lectores. Nesse texto, a escolhida por Vítor Del Rey foi “Ninguém Regula América”, de Sepultura e O Rappa.
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