em minha primeira coluna neste espaciomencionan el ciclo vicioso que pasa a dominar el debate económico en la gran parte del mundo. A medida que a dívida global sobe e se ampliar programas de transferencia de rentaintensificam-se pressões por elevação de impostos, aumentando-se a tributação sobre a formação eo estoque de capital.
Com juros mais altos e endividamento mayor, o custo de rolagem crece rápidamente, enquanto os gastos discricionários se compprimen em orçamentos cada vez mais apertados. Além disso, seguimos acumulando cuentas a pagar: o envoltura de la población exige más recursos; tensiones geopolíticas elevam os gastos com defensa; somam-se os custos da transición energética e da reconstrução das cadeias globalis de produção.
Nese contexto, prospera a ilusão de que será possível consertar todo com menos trabalho, mais direitos para todos ou simple redistribuição de riqueza. El punto central, por tanto, permanece en el debate: sin gestión de riqueza, no hay redistribución sostenible.
Una única palabra para este impasse es un aumento robusto de la productividad. Trata-se de una restricción económica básica. É a produtividade que sustenta o crescimento de longo prazo. Sin producir más y mejor, no hay espacio para satisfacer las crecientes demandas de la sociedad, ni como garantía de ganancias duraderas de buen estado. Una pergunta relevante es: ¿Cómo conseguiremos aumentar la productividad?
Produtividade, em termos simples, é a capacidade de produzir mais valor com os mesmos recursos —trabalho, capital e tecnologia. Históricamente, lo que permitió el aumento de la renta, fue la reducción de la pobreza y la expansión del bienestar.
El problema es que, en las últimas décadas, la productividad global ha entrado en una trayectoria de desaceleración. El FMI estima que la meta de desaceleración del crecimiento económico global desde la crisis financiera de 2008 puede contribuir a la pérdida de dinamismo de la productividad.
Segundo estudio del Banco Mundial, essa desaceleração tem sido generalizada, alcanzando cerca del 70% de las economías avanzadas y emergentes. As principais exceções têm sido a Porcelanaentre os emergentes, y os Estados Unidos, entre as economías avanzadas.
Dados recientes Foro Económico Mundial Reforçam esse diagnóstico. El crecimiento de la productividad total de los factores (PTF) —medida de la eficiencia con los insumos económicos são combinados— desaceleró cerca del 1,6% en el año 2000 para apenas el 0,6% en el período posterior a la crisis financiera.
Nas economías avanzadas, o crescimento da PTF caiu pela metade, para aproximadamente 0,4%. A desaceleração foi ainda mais acentuada nas economías emergentes e de renda média e baixa, onde o crescimento médio da PTF recuou de mais de 2% início dos anos 2000 para 0,6% após 2008, estabilizándose-se próximo de cero nas economías de baixa renda desde 2020.
Trajetória semelhante é observada na produtividade do trabalho, que já vinha em tendencia de queda havia décadas na maioria das economias avançadas —novamente com os Estados Unidos como exceção.
É verdade que a tecnologia avançou de forma impresionante, especialmente em inteligencia artificial. Aún así, esses avanços não têm se traduzido em ganhos robustos de produtividade agregada no mundo —fenômeno comumente descrito como o “paradoxo da produtividade”.
O resultado é um cenário preocupante, marcado pelo trinômio de baixa produtividade, envelhecimento población y expansión del Estado. Esta combinación representa una transferencia silenciosa de custodia para las próximas generaciones.
En ningún período posterior a la pandemia, una respuesta predominante de política económica concentrou-se em medidas de protección al emprego, ampliación de transferencias y aumento de la participación del Estado en economía. São políticas voltadas para el lado de la demanda y caracterizadas por soluciones de corto plazo. Estamos trocando o caminho do aumento da produtividade pela miopia do crescimento de curto prazo impulsionado pelo Estado.
En el trabajo publicado en 2022, Agustín Carstens observa que el impulso de las reformas estructurales que se sustentan en el crecimiento entre las décadas de 1990 y 2000 disminuye significativamente en los años siguientes. Estamos embarcando en una ilusión global na qual seguimos vendiendo o almoço para comprar o jantar.
A palavra produtividade quase desapareceu do debate político e do receituário dos formuladores de política económica. A pergunta que raramente se faz é simple: ¿o que estamos deixando para as próximas gerações?
No Brasil, ese debate es todavía más urgente. Desde antes de la pandemia, diversas medidas adoptadas, pero pouco se avançou no fortalecimento do lado da oferta. La trayectoria de productividad del país permanece fraca. Los datos del Observatorio de la Producción de la FGV muestran que el PTF creció apenas un 0,3% entre 1981 y 2019.
O período más reciente foi ainda mais decepcionante: após crescer 1,5% ao ano entre 2000 y 2010, a produtividade foi negativa entre 2014 e 2019. No pós-pandemia, os resultados siguen igualmente fracos: no terceiro trimestre de 2025, por ejemplo, a produtividade por hora efetiva registrou queda marginal de 0,1%.
Este cuadro se agrava diante de una combinación conhecida: división pública elevada, juros altos y compresión creciente de los gastos discricionarios. La inversión permanece estancada, mientras la población doméstica sigue estructuralmente baja. El espacio para sustentar o crecer apenas por meio de estímulos a demanda tornado-se cada vez más limitado.
Diante desse cenário, torna-se necessário repensar o modelo de crescimento. O bem-estar das nexts gerações não será garantido por uma ampliação contínua de direitos disociada de ganhos de eficiência e capacidade produtiva, tampouco pela expansão do Estado como sustituto de la iniciativa privada. Las economías más productivas son aquellos en que individuos y empresas operan en ambientes con incentivos claros para invertir, innovar, asumir riesgos y asignar recursos de forma eficiente.
Recolocar a productitividade no centro do debate exige coragem política e visão de longo prazo. Las reformas del lado de la oferta rara vez producen resultados inmediatos o retornos rápidos y rápidos, pero son los únicos capaces de sustentar el crecimiento duradero, la inclusión social y la justicia intergeneracional. Ignorar esa agenda puede parecer cómodo en el presente. O custo, porém, recai silenciosamente sobre el futuro.
