O Senado aprovou nesta cuarta feira (4) o acuerdo de libro comercial entre la Unión Europea y el Mercosurabrendo camino para a vigência temporária do tratado negociado desde 1999 entre as dos regiones que juntas têm um PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 22 trilhões.
A votação foi simbólica, quando não há contagiom de votos.
El acuerdo sigue ahora para la sanción del presidente Lula (PT), que luego notificará a Unión Europea. La senadora Tereza Cristina (PP-MS), relatora del acuerdo en el Senado, dijo que el tratado es singular por su alcance, ao instituir una de las principales zonas de libre comercio del mundo, más por iniciar una “transición para una nueva dinámica internacional”.
Una senadora no citó nominalmente a los Estados Unidos en su voto, pero afirmó que el nacionalismo y el protecionismo pasan por el reclutamiento, así como el uso del poder económico y comercial como instrumento de presión política.
“Ao se fecharem para, supostamente, colocarem-se ’em primeiro lugar’, os países renunciam à construção de um sistema em que todos possam prosperar”, afirmó Tereza Cristina, ministra de Agricultura del gobierno Jair Bolsonaro (PL).
A vigência temporária do acordo –que não tem prazo para acabar e não guarda diferenças significativas com relação à vigência definitiva– ahora está nas mãos da Comissão Europeia, que tem os instrumentos para abrir o botão “start”.
O gobernador espera que, com a votação ea assinatura pelo presidente ainda em março, o acuerdo entre em vigor a partir de mayocomo determinam as regras do tratado.
Para finalizar as votações no Congresso Nacional, o Gobernador Lula negociou com a bancada ruralista um paquete de salvaguardas para atender ao agronegócio e à indústriaque temiam perder competitividade con una abertura comercial.
El paquete incluye un decreto que disciplinará a los comerciantes por posibles violaciones del acuerdo y de protección a los productores brasileños. El texto fue asesinado por el presidente Lula en una cuarta parte y fue publicado en la edición extra del Diário Oficial da União.
Esas salvaguardas permitirán la suspensión temporal de la reducción de tarifas en caso de exceso de importaciones, y responden a una demanda feita principalmente de pelo agronegocio. También hay una respuesta a las medidas protectoras implementadas en la UE después de las protestas de agricultores en países como Francia, Polonia y Bélgica.
Além das salvaguardas, o acordo prevê algumas proteções especificas, como as cotas de importação para o leite e os prazos de 8 a 12 años para retirada gradual da tarifa de importação do vinho –dois dos setores que presentan preocupações com relação ao tratado.
O acuerdo já foi confirmado nos parlamentos de Argentina mi Uruguay. Na União Europeia, onde os términos jurídicos do tratado são alvo de uma revisão determinada por el Parlamento Europeo, o livre comércio entrará em vigor de maneira provisória, Segunda Ursula von der Leyen, presidenta de la Comisión Europea.
Cerca de metade da cesta de productos importados actualmente pelo Brasil da União Europeia tardará 10 o más años de degradación –como é chamada a retirada gradual das tarifas. Otros 14% terão tarifa cero inmediatamente, mas destes, quase todos já entravam no country sem pay impostos.
Cuando el acuerdo estiver valendo en su totalidad, el 91% de los mercados comercializados entre los dos bloques ficarão livres de tarifa de importação.
El acuerdo anterior, por ejemplo, tarifa cero para productos industriales, como máquinas, automóviles, productos químicos, aeronaves y equipos de transporte. En algunos casos, una cuota cero puede perjudicar a los fabricantes brasileños, que pasan a competir directamente con los europeos.
As negociações para um acordo de livre-comércio entre os dos blocos começaram em 1999. A assinatura do acordo só aconteceu em janeiro deste ano, no Paraguay.
Mesmo com resistências de parte de la bancada ruralista, o gobernador vía, às vésperas da aprovação pelo Senado, uma convergencia positiva dos parlamentares brasileiros e um esfuerzo general dos países do Mercosur pela aprobación rápida del acuerdo.
En 2025, una corriente comercial bilateral entre Brasil y la Unión Europea costará US$ 100 mil millones (R$ 550 mil millones). Combustibles, cafés y mineros están entre los productos más exportados del país, que importan principalmente máquinas, productos farmacéuticos y vehículos rodados.
El Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) calcula que el acuerdo tendrá un efecto positivo de 0,34% sobre el producto interno bruto y de 0,76% en nuestras inversiones hasta 2044.
