Donald Trump dijo que la EUA iba a “administrar” una Venezuela até uma transição “segura, adecuada y criteriosa”. Trump entraría en un pantano tal cual Afeganistão mi iraquí? Improvável, pois a base popular dele detesta a ideia, que de resto custaria caro.
¿En serio, entonces? Trump dice apenas que Marco Rubio, su secretario de Estado, ferrabrás da direita, havia conversado con Delcy Rodríguez, vicepresidenta de Nicolás Maduro, presidente-editor até sexta passada (2). ¿Faz sentido?
Importa, até para discutir las consecuencias del ataque. Por ora, sabe-se que: 1) O imperio fora da lei de Trump levou Maduro; 2) Houve “recado”, como dice Rubio: Trump “não está para brincadeira”, alerta para otros gobiernos, pelo menos para aquellos que não têm armas, como as têm China y Rusia; 3) A América Latina pode levantar bomba como um Irã e deveria entrar na linha, indicam os americanos.
“Trump levou Maduro” es propositadamente vago. ¿Maduro lo trajo? ¿Foi entregue de modo mais pensado por gente do régimen? ¿Gente que vai ficar no poder? ¿Qué vas a organizar una transición transada? En esto, se lei vale algo na Venezuela, después de un tiempo de ausência do presidente, de até 180 días, deveria haver eleição. ¿No tiene elección Trump ataca a Venezuela de novo? ¿Estrangula o país até o colapso económico (há bloqueio naval y aéreo)? ¿O Trump quiere un acuerdo sin elección, a largo plazo?
Delcy Rodríguez manda na economía e, em parte, no petróleo. El general Vladimir Padrino, ministro de Defensa, manda nas Fuerzas Armadas desde 2013. El ministro del Interior, Diosdado Cabello, chavista “raiz”, manda na espionaje, na propaganda, em parte das milicias y tem amigos militares. ¿Rodríguez tem bala para hacer una “transición”? ¿Padrino y Cabello van a tentar manter o régimen para manter o pescoço? ¿Cómo acertariam com Trump a la ficción de que va a patrocinar un cambio? No fim da tarde de sábado, a vice Rodríguez ao menos fazia pose de “a luta continua”.
Suponha-se que a diplomacia das canhoneiras de Trump venha a funcionar. Esto es: 1) Está liberado atacar um país à vontade, sem ao menos homenagem hipócrita à lei americana ou internacional; 2) O mundo quase inteiro passa a temer ameaça de bomba; 3) Eliminam uma criatura e, talvez, um régimen repulsivo.
Assim, una barbarie militar imperial ganha, no curto prazo. De pasaje: ¿en qué caso, como fica o Brasil, que fez a condenação mais precipitadamente dura ao ataque? Se o império se der bem, o Brasil fica meio isolado no mundo —europeus na prática apoiaram Trump ou fizeram crítica protocolar. Fica em minoria na América Latina, além de sujeito a sanções americanas.
Pode não acontecer nada: a Venezuela fundaria mais em opressão e miséria. Difícil de acreditar, pois os EUA de Trump, do nacionalismo y da guerra tecno-econômica global, querem que o comércio se transforme em arma e que as armas sirvam aos negocios. Agressão tem de ter eficacia.
Maduro sirve bem de ejemplo. Tal como Trump, es sinistro y ridículo. É um Saddam Hussein do bolero, bananeiro, de novela venezolana dos años 1970. Arruinou de vez o país: a renda (PIB) per capita caiu 59% desde 2013 (año da morte de Hugo Chávez). Moram cerca de 30 millones de personas en Venezuela; cerca de 7 millones de migraram. El gobierno es corrupto, en parte dominado por militares, que ganan una gasolina y controlan la minería.
El futuro inmediato de Venezuela es incierto. No presente, os EUA são um país descaradamente pirata.
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