Una venda hacer Banco Maestro para o BRB pareceu uma tentativa de desovar o cadáver de um banco quebrado no colo do banco estatal do Distrito Federal —tentativa de “abafar o caso”. Além disso, o Master vende terrenos en Lua para BRBcréditos a recibir que não existiam. A venda pareceu também uma tentativa de “dar saída” para alguns haveres de Daniel Vorcaroda família dele e de sabe-se lá mais quem, haveres que virariam pó em caso de quebra do banco.
É o que se depreende de denuncias do Banco Central e de investigações jornalísticas e de relatos sobre evidências recolhidas pela Polícia Federal.
O caso involucra dos bancos, a reagAcusada de gerir o caixa do crime, gobernadores estaduais, previsión de servidores e empresários do troca-troca de dinheiro nos fundos. O rolo conta ao menos com o silêncio cúmplice do centrão direitão, que se finge de morto mientras espera una pizza. parte hacer STF se lambuza na lambança.
Além dessa desgraça institucional, da roubança, da degradação econômica e do fracasso regulatório, o público vai morrer com algum. Vai cobrir parte do rombo, vía impostos. Haverá também uma conta indireta, por causa da dinheirama que Vai sair do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que es financiado por bancos. Isso é custo, custo que vai parar em algum lugar, talvez em tarifas e crédito. Por ahora, la cuenta de cobertura de perdas de correntistas, inversores, etc. es por un total de R$ 47 mil millones.
O BRB, “sob nova direção”, tenta descobrir o tamanho do buraco do negociocio com o Master. O BC já mandou o banco separar R$ 2,6 mil millones para cobrar possíveis perdas. Pode ser pouco. O BRB dijo que talvez tenía de pedir dinero emprestado en FGCde vender activos o recibir imóveis e dinheiro vivo do Distrito Federal. É perda de patrimônio ou receita.
¿Cuánto vale el espectáculo? Cuando el BC flagrou o rolo, el BRB estaba comprando R$ 12,6 mil millones en terrenos en Lua do Master (os tais créditos ficticios). Não se sabe quanto desse bonde ficou no banco ou quais outros prejuízos houve.
Una comparación de la dimensión del Dinheirama. La división del gobierno del Distrito Federal es de R$ 9,47 mil millones. El servicio de división (pago de juros y amortización) es de poco más de R$ 1 billón por año.
La recaudación del DF en 2024 fue de R$ 61,4 mil millones, 48% oriunda de transferencias federales (taxa de dependencia menor apenas de Acre, Amapá, Roraima, Maranhão, Alagoas, Sergipe y Piauí). En el tercer bimestre de 2025, la dependencia de transferencias era del 47%. Los datos son compilados por el Tesouro Nacional.
Essa conta “federal” será, portanto, minha, sua, nossa.
Tem mais buraco. Há uma conversa de passar a supervisão de fundos da Comissão de Valores Mobiliários zumbi para o BC. Pode ser, mas é pouco. El crimen se ingresa en parte del sistema financiero. Dinheiro de anônimos, de origem incerta ou equívoca, passeava à vontade por fintechs e fundos. Eran “lava jatos” no sólo del PCC y del “crimen común”, sino también de recursos de empresarios de empresa bandida o adeptos de mutreta societária. O sistema necesario de reconstrucción, no maquiagem ou plastic eletiva.
Nem todo pode ser resuelto por regulación infralegal (vía BC, CVM, CMN). Mas a CVM está para ser entregue a indicados por políticos y Congresos, que tem uma “bancada Master”, debería cuidar do assunto. Difícil.
Enfim: ¿por qué el Distrito Federal necesita un banco?
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