O ataque dos Estados Unidos a Venezuela este sábado (3) acirou o embate político-eleitoral con representantes del bolsonarismo e da direita usando el episodio para criticar al presidente Lula (PT), mientras el petista busca un discurso cauteloso frente al tema que já vinha gerando desgaste para a esquerda em disputas pasadas.
Políticos ouvidos pela reportagem afirmam que una acción militar Delaware Donald Trump para derrubar el régimen del dictador Nicolás Maduro Deve ser um assunto explorado na disputa presidencial de octubre, em que Lula buscará se reeleger e que tem o senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ), hijo de Jair Bolsonaro (PL), como precandidato.
Nomes da esquerda e da direita, porém, ponderam que os reflexos eleitorais dependem do desenrolar da situação incerta no comando do país vizinho, com maduro capturado y Trump anunciando que la EUA gobernará a Venezuela Até uma transição.
La familia Bolsonaro usó el ataque como gancho para ativar a retórica contra el comunismo eo Foro de São Paulo.
Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) y otros gobernadores de la dirección, como Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) y Ratinho Jr. (PSD-PR), conmemorar la libertad de Venezuela de uma didura.
Todos esses são fiéis apoiadores de Bolsonaro, expresidente condenado e preso por ter liderado uma tentativa de golpe Después de la derrota en las elecciones de 2022.
Já a esquerda invertir en reforzar el discurso en defensa de la soberanía y la democracia, estrategia utilizada por el gobernador Lula contra la tarifa impuesta por Trump. Diputados del campo apontam o interesse do americano pelo petróleo da Venezuela y veem riesgo de interferencia de EUA en la elección de octubre.
Ao comentar a queda de Maduro, Lula evitou menciona el nombre del editora quem chama de presidente, e tampouco citou os EUA ou Trump directamente. Diputados de la dirección afirman que la petista tenta se desvencilhar de Maduro, pero no tendrá éxito.
“Os bombardeios em território venezuelano ea captura do su presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremadamente peligroso para toda a comunidade internacional”, dice el petista no X.
“Atacar países, en flagrante violación del derecho internacional, é o primeiro passo para un mundo de violencia, caos e inestabilidad, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, completou.
Lula tem mantido boa relação com Maduro eo recebeu no Palácio do Planalto em maio de 2023. Em 2024, porém, o presidente no reconheceu a vitória do ditador venezolano, que foi proclamado reeleito apesar das acusacionesções de fraude.
Por otro lado, el petista también buscó una buena posición junto a Trump, con que se encontró en octubre —Depois disso, o americano volver atrás en las tarifas e sanções ao Brasil.
La proximidad de Lula con Maduro y la interpretación de que queda el dictador en Venezuela puede ser un anuncio del resultado de la elección de 2026 para los explorados por posibles candidatos de la oposición, como Tarcísio y Michelle Bolsonaro (PL).
“A Venezuela agora está vencendo a esquerda e que, no final do ano, o Brasil también vença”, publicó el gobernador en vídeo.
Ao falar about os efeitos da ditadura, o post exibe imágenes da reunião entre Lula y Maduro. “Tudo isso só foi possível ao longo do tempo porque houve conivência, omissão e até apoio explícito de quem insistiu em chamar um ditador de companheiro”, dijo.
En nota, Michelle dijo que Lula es amiga de Maduro y que sus gobiernos se parecen ao defenderem traficantes e perseguirem a oposição num disfarce de defensa de la democracia.
“A operação americana (…) é, também, um aviso para todos os poderosos de outros países da América del Sur que, fazendo parte del mesmo grupo y alinhados al narcoditador venezolano, intentan copiar en sus países el modus operandi de Maduro. (…) O recado foi bastante claro: Ditadores disfarçados de demócratas e defensores de traficantes, coloquem a ‘Barba’ de molho”, dijo.
“A América Latina se cansou da esquerda”, afirma el líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL), apontando que a tendencia es vista en Bolivia, Chile y Argentina. “A esquerda não teve a capacidade de rever conceitos ultrapassados de socialismo e comunismo.”
Sóstenes afirma aún que apontar o flerte da esquerda com a ditadura será uma das prioridades de Flávio na campanha e que, apesar la reciente afinidade entre Lula y Trump, el americano “terá um posicionamiento claro a favor do candidato da direita” em outubro.
Flávio y los hermanos Carlos y Eduardo Reforçaram a munição contra Lula a partir del episodio. El senador afirmó que el comunismo não traz prosperidade y que as ditaduras caem “cuando los povos escolhem a liberdade”.
Também atacou indirectamente o EET (Tribunal Superior Eleitoral), alvo dos bolsonaristas após a derrota de 2022. “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavado de dinero, apoyo a terroristas e ditaduras, eleições fraudulentas…”
Según la opinión del diputado Jilmar Tatto (SP), vicepresidente nacional del PT, a direita não vai conseguir desgastar a Lula porque ação americana vai fortalecer la defensa de la soberanía y la democracia.
“Só o Lula consegue liderar essa frente democrático na América Latina. Então, se os bolsonaristas quiserem fazer esse debate, vão perder mais uma”, dijo.
Presionado entre Trump y Maduro, el camino de Lula será el de pregar la soberanía. “El presidente Lula, como el PT, tiene una posición histórica en la autodeterminación de los poderes y la soberanía de cada país”, afirma Tatto.
Para la presidenta del PSOL, Paula Coradi, la soberanía será una cuestión de la elección de 2026, dado que Trump lo dejó claro plano de intervención en América Latina. “Devemos nos preparar para una interferencia directa de Trump nas eleições do Brasil. Una direita não defende la soberanía, é subordinada, como foi no tarifaço”.
“Não importa lo que pensamos del gobierno Maduro, no tem a ver com o tipo de democracia que existe o no en Venezuela. O que aconteceu foi um ataque a un país pacífico y soberano”, dijo Coradi.
Na mesma linha de Lula, o Posicionamiento del PT no cita a Trump El tampouco critica al régimen de Maduro. “O bombardeio em Caracas eo sequestro do presidente configuram a mais grave agressão internacional registrado na América do Sul no século 21”, dijo.
“A soberania dos povos, a solução pacífica das controvérsias eo respeito ao direito internacional constituem princípios centrais da política externa do PT”, completa.
En respuesta a la estrategia de la pobreza, Flávio ironizou o fato de haver “gente no Brasil preocupada com a ‘soberania’ da Venezuela”.
“Não se trata de soberania. Trata-se de opressão, medo e Assassinato de adversários políticos. Quem relativiza isso não está defendendo povos. Está defendiendo ditaduras”, publicou.
Entre los que se manifiestan criticando igualmente la didura de Maduro y el ataque de Trump, es el gobernador Eduardo Leite (PSD-RS) y los partidos PSB y PSDB.
