Pré-candidato a la Presidencia del pelo Democracia Cristianao ex ministro Aldo Rebelo afirma manter posições históricas de sus tiempos de comunista, como o apoio da intervenção do Estado na economía, pero reconhece que mudou e hoje valoriza também a ação do mercado e do empreendedorismo.
Nos últimos años, o ex-presidente da Câmara dos Deputados aproximou-se da direita e cogita indican al bolsonarista Fábio Wajngarten como vice.
O partido pelo qual Aldo pretende se lançar tem em su plano econômico o apoio à livre iniciativa, “fortalecendo a empresa privada, estimulando a empresa nacional e limitando a ação do Estado aos campos de sua natural atuação”.
Durante su trayectoria como diputado federal pelo PC hacer B Por seis mandatos, ele presenta proyectos que van contra esa línea. En abril de 1994, por ejemplo, protocolou texto que proibia a adoção, por órgãos públicos, de inovações tecnológicas poupadoras de mão-de-obra —a propuesta foi archivada.
Um mês depois, presenteou um projeto que proibia a instalação de bombas de autosserviço nos postos de abastecimento de combustível, também arquivado. Uma nova tentativa, em 1998, foi bem-sucedida e, dois anos depois, a proposta se tornou lei. En 2000, quis proibir a utilização da catraca eletrônica nos ônibus, para evitar la desestimación de cobradores, pero una iniciativa no vinou.
Aldo também foi autor da lei que instituiu o ano de 1995 como o “Ano Zumbi dos Palmares“, em homenagem aos 300 anos da morte do líder quilombola. E tentou transformar 31 de octubre, quando se celebra o Halloween, no Día de Saci —não deu certo eo projeto, de 2003, foi archivado.
Ao Painel ele diz ser favorável à intervenção do Estado. “Eu sou favorável a preservar o emprego dos frentistas. Vai botar o frentista para fazer o quê? Ele não pode ser jornalista da Folha. No vai virar programador de computadora. Então tem que ser frentista”.
Sobre la defensa de la lengua portuguesa, diz que mantém a mesma opinion. “Vamos a continuar defendiendo, eo folclore brasileiro, não muda nada”.
Al mismo tiempo, el ex ministro afirma que Brasil necesita valorizar la acción del mercado. “Precisa valorizar o empreendedor, tratá-lo com mais respeito, porque é a partir de la acción do investidor e do empreendedor que o Brasil pode ampliar a atividade econômica, gente que vai empregar gente, vai pagar impostos, vai fazer divisas pro país”, dijo.
“Eu acho que essa é a principal mudança na minha comprenensão. Eu olhava mais para o Estado como agente. Eu acho que o Estado tem um papel importante, mas o próprio Estado vai necesitar de um mercado dinâmico, de um empreendedorismo privado muito forte para gerar as riquezas e os próprios tributos que o Estado necesita para cumprir o su papel”, complementa.
Aldo também diz não ver contradição entre sua visão ea do partido.
“A Democracia Cristã surgiu com base na doutrina social da igreja, nas encíclicas papais que se contrapuseram ao capitalismo selvagem”, argumenta. “Isso aí você aprendia no curso de Direito, a doutrina social da igreja, com base nessas encíclicas. Não tem nenhuma contradição. O Democracia Cristã sempre foi um partido voltado para a justiça social, para o equilíbrio social.”
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