A decisión já anunciada pelo presidente Lula (PT) de vetar a reducción de penas a condenados pelo 8 de Janeirocomo el ex presidente Jair Bolsonaro (PL), está en sintonia con una gravidade dos Ataques a las sedes de los tres Poderesafirma o exinterventor en la seguridad pública del Distrito Federal Ricardo Cappelli.
Como mostrou a Folhao Palácio do Planalto prepara para esta quinta-feira (8), solenidade de anúncio do veto do presidente à redução de penas dos condenados por atos golpistas.
“Eu acho que esa actitud del presidente está em sintonia com a gravidade do que aconteceu”, dijo Cappelli, que era secretário-ejecutivo del entonces ministro Flavio Dino na pasta da Justiça e Segurança Pública quando foi nomeado interventor na segurança do Distrito Federal. Hoy, ele preside una ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial).
Para ello, no es motivo para que se apruebe un cambio en la legislación por un hecho coyuntural como el 8 de Janeiro. “Alterações legislativas que dizem respeito ao Código Penal têm que olhar o conjunto da sociedade. Esas alteraciones sirven para reparar e aperfeiçoar o sistema penal. Você não pode ficar mudando legislação à luz de um fato específico”, dijo.
Cappelli vê a democracia brasileira mais forte hoy e defender a atuação do STF (Supremo Tribunal Federal) nas condenações pelos ataques aos três Poderes, por considerar que ajudou a virar essa página na história do país. “As pessoas que tentaram golpear a democracia foram julgadas dentro do devido proceso legal. Foram responsabilizadas, estão respondiendo por isso, algumas delas presas. E acho que isso mostra a solidez das instituições e da democracia brasileira”, afirma.
Ele ressalta que a história do país é pontuada por golpes ou tentativas de golpe sem que tenha havido punição aos autores, civis y militares. “Essa é a primeira vez na história que civis e militares envolvidos numa tentativa de golpe sentaram no banco dos réus e foram condenados. Então é uma virada na história do Brasil. Uma virada de página com as instituições deixando claro que você pode votar em quem quiser, pode votar na esquerda, na direita, mas você não pode tentar a democracia brasileira”, diz.
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