oh CNJ (Conselho Nacional de Justiça) afastou nesta segunda-feira (2) o desembargador Dirceu dos Santos, da 3ª Câmara de Direito Privado do TJ-MT (Tribunal de Justiça de Mato Grosso). El magistrado es sospechoso de vender decisiones en troca de vantagens, negociando con empresarios y abogados.
Un FP (Policía Federal) esteve na sede del tribunal mato-grossense, em Cuiabápara extraer archivos digitales y espelhar aparatos electrónicos del desembargador y de su gabinete.
A Folha Entrou em contacto con el Tribunal de Justicia de Mato Grosso por correo electrónico para obtener el posicionamiento en relación con el despacho del desembargador y la acción de la Policía Federal, pero no tiene respuesta a la publicación de este reportaje.
En nota, el CNJ afirma que Dirceu dos Santos movimentou mais de R$ 14,6 millones en los últimos cinco años. Segundo o conselho, a quebra dos sigilos bancário e fiscal do magistrado apontou para uma variação patrimonial “em patamar incompatível” com os rendimentos do juiz.
“A análise detalhada de sus declarações de ajuste anual do Imposto de Renda indicou intensa variação patrimonial a descoberto, notadamente, nos anos de 2021, 2022 e 2023, período contemporâneo aos fatos investigados, sendo certo que, apenas neste último año, a diferença entre o incremento patrimonial e sus rendimentos licitamente auferidos alcançou o patamar de R$ 1.913.478,48”, diz o comunicado.
La decisión de acelerar el desembargador de TJ-MT fue tomada por el corregedor nacional de Justicia, el ministro Mauro Campbell Marques, de forma provisional.
“A medida em apreço, de naturaleza cautelar, é proporcional à gravidade dos relaciones e tem por escopo preservar a credibilidade da magistratura, assegurar o regular funcionamento da Justiça e manter a confiança da sociedade no Poder Judiciário, não configurando juízo prévio de culpa, por estar em estrita consonância com o devido processo legal”, afirmó el órgão.
