el ministro Edson Fachinna condición del presidente STF (Supremo Tribunal Federal), anunciou que a ministra carmen lucia será un relatora de un código de ética del tribunal. Una iniciativa que viene después de críticas dirigidas a los ministros sobre la inadecuación entre las funciones que ocupan y sus empreendimentos empresariais, la proximidad que mantienen con las partes de los procesos y sus abogados y la presencia constante en la imprensa y en ellos. eventos patrocinados por sectores interesados en julgamentos.
Mesmo que esas conductas pueden justificar la necesidad de la imposición de límites expresos y claros aos ministros, há dúvidas se, jurídicamente, un código de ética seria mesmo necesario. Afinal, disposiciones da Constitución –inclusive com a criação do Consejo Nacional de Justicia—, da Lei da Magistratura Nacional, das leis procesais civil e penal e até do regimiento interno do tribunal já estabelecem parâmetros voltados a garantir a imparcialidadea independência eo decoro da função jurisdicional.
Esta pregunta es como un tribunal propio que interpreta todas esas cosas y se desvencila los controles. Colegiadamente, el tribunal que decidió no submeter al Consejo Nacional de Justicia, esvaziar as argumentos de impedimento y sospecha suscitadas y restringir una interpretación sobre impedimento de juízes atuarem em casos nos quais seus familiares advogam. Serão também os ministros do Supremo Tribunal Federal que interpretarão as regras de un futuro código de ética. Dado esse histórico, nada indica que un código de ética tendrá más éxito que una Constitución y como leis já existente, además que possa ser considerado un momento de guinada y compromiso público do tribunal.
Por lo tanto, esto no significa que no pueda cumplir ninguna función. Um código de ética, este momento, cumpre um papel fundamental de autopreservação das competências do tribunal. Ao acenar que criará regras para si mesmo, o Supremo dificulta que outros o façam. É o mesmo movimento que fez para lidar com as críticas sobre pedidos de vistas, que interrompiam os julgamentos por longo tempo, e liminares monocráticas, que sequestravam a competência do colegiado: antes de ser reformado “de fora para dentro” por uma emenda constitucional o leio tribunal ajustou sus regras internas.
Esa parece ser una estrategia relevante para impedir que una agenda de actuación del tribunal seja transmutada en mordaza se apropiada por fuerzas políticas extremistas, sobretudo em una coyuntura na cual atacar o tribunal fez parte de uma agenda de corrosión democrática.
Encampado como agenda central de la presidencia ante el tribunal del ministro Edson Fachin y sollozando relatoría de la ministra Cármen Lúciaambos de perfil más discreto y que están en foros de situaciones controvertidas noticiadas en la imprensa, o código de ética parece ter más impacto político do que propiamente jurídico. No será tarea fácil convencer a los demais ministros a mudarem suas práticas atuais, mas pode vir a servir de um bom parâmetro para futuras composições do tribunal.
Tampouco um código de ética será una solución para todos los hombres, ni dentro del tribunal, ni en el Judiciario como um todo. Desafortunadamente, abogados familiares de juízes, desembargadores e ministros atuam em todos os tribunais –e não apenas no Supremo. Empresas interesadas en dos diseños de procesos patrocinan eventos en lugares paradisíacos con presencia de jugos en todo el país. A advocacia que não se constrange em vender acesso e proximidade a julgadores atua em todos os tribunais. Todos têm sua parcela de ética a cumprir. Não são mazelas especificas do Supremo Tribunal Federal, ainda que esse devesse, como órgão de cúpula, dar ejemplo.
Cuando el tribunal se enfrenta a una presión para adoptar un código de ética, seguirá desafiado a dar respuesta a una serie de casos relevantes. Emendas parlamentarias, caso maestrouberización y muchos otros componen la agenda del tribunal este año. Não se pode permitir que, sob o emblema geral da necessidade de autocontenção e decoro no exercício da função, o tribunal deixe de adotar decisões judiciais que possam desagradar maiorias eventuais e poderosos.
