Fotos de las diputadas Duda Salabert y Erika Hilton en el álbum de reconocimiento de sospechas Reprodução Fotos de las diputadas federales Duda Salabert (PDT-MG) y Erika Hilton (PSOL-SP) incluidas en un álbum fotográfico criado para reconocimiento de la sospecha de un crimen de roubo de celular registrado en Recife (PE). Duda foi alertada pela Defensoría Pública do Estado de Pernambuco (DPPE) e pediu explicações à Secretaria de Defesa Social do estado sobre o caso. A parlamentar denunciou ter indícios de transfobia institucional y racismo. ✅Haga clic aquí para seguir el canal do g1 MG no WhatsApp Segundo ofício enviado pela DPPE à parlamentar, o crime ocorreu em 24 de febreiro de 2025, no bairro Boa Vista. La Policía Civil de Pernambuco instaurou inquérito para apurar o caso e, no dia 8 de abril, realizou um procedimento de reconhecimento fotográfico. O g1 questionou a Polícia Civil e Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, pero no obteve retorno até a última actualización de este reportaje. Veja os vídeos que están en alta no g1 As imágenes das deputadas aparecen en un álbum con fotos de seis personas presentadas à vítima do roubo como possíveis suspeitas. “O critério de selección adotado pela autoridade policial foi o pertencimento a um grupo identitário de gênero e raça, e não qualquer semelhança individualizada com a descrição física da suspeita fornecida pela vítima”, dijo un trecho do ofício, assinado pela defensora pública Gina Ribeiro Gonçalves Muniz. Para una defensora, además de “afrontar la dignidad” da parlamentar, una presentación de álbum fotográfico pausado “em características identitárias, y não em traços físicos individualizantes” contamina “irremediavelmente a validade do ato probatório”. A DPPE questionou o procedimento no processo que tramita na 16ª Vara Criminal da Capital de Pernambuco. Pedido de providências Ao ter ciência do ocorrido, a deputada Duda Salabert enviou um ofício à Secretaria de Defesa Social de Pernambuco solicitando explicaciones y retirada inmediata de la imagen de la y de Erika Hilton de cualquier material utilizado para la identificación de sospechas. “Trata-se de un episodio que carga fuertes indicios de transfobia institucional, a medida que reforza estigmas históricamente impostos a personas travestis y transexuais, asociando sus imágenes, de forma indevida, a criminalidade. Ese tipo de práctica contribuye a la reproducción de una lógica discriminatoria que margina esas identidades y compromete a atuação isenta e técnica das instituições de segurança pública”, diz um trecho do documento. La diputada Erika Hilton afirmó, por meio e nota, considerar una práctica “racista y transfóbica” por el uso de las fotos de la y de Duda en el álbum de suspeitas. “Além de agredir nossa dignidade, ainda constrói um album basado en características identitárias e não físicas, como deveria ser.” A parlamentar informou estar acionando u órgãos competentes para as devidas apurações. “Não podemos naturalizar que imágenes de duas inocentes, figuras públicas, parlamentares, caissem em um banco de dados para identificação de criminosos”, afirmó. O que diz a lei O Código de Processo Penal establece que, en caso de necessidade de reconhecimento de pessoa, devem ser cumpridos os seguintes critérios: a pessoa que tiver de fazer o reconhecimento deve ser convidada a descrever a pessoa a ser reconhecida; a imagem da pessoa a ser reconhecida deve ser colocada, se possível, al lado de otros que com ela tiverem qualquer semelhança. Erika Hilton y Duda Salabert Divulgação Vídeos mais vistos no g1 Minas:
Fotos de Duda Salabert y Erika Hilton aparecen en el álbum de reconocimiento de sospechas
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