Cerca de 20 ministros hacer gobierno Lula (PT) devem deixar sus pastas para concorrer a cargos públicos pelo país, como forma de reforzar a base do petista nos estados. El número leva em consideración ministros que já manifestaram a intenção de se afastar dos cargos y os que já detêm cargos públicos e podem buscar reeleição.
Siguiendo la orientación del presidente, los ministros que son diputados o senadores licenciados deben afastar dos ministerios para garantizar candidaturas y apoyo electoral a Lula en nuestros estados. Caso confirmado todas como dichas, el presidente deve ficar sem su núcleo duro no gobierno durante una campanha.
Um dos pedidos directos feitos por Lula foi para que a ministra Gleisi Hoffmann (Relaciones Institucionales) deixe o posto para concorrer al Senado pelo Paraná, que ja aceitou o pedido. Responsável pela articulação política do gobernador, Gleisi é deputada federal licenciada por PT-PR, y tiene una expectativa de que tentasse a reeleição no cargo. No entanto o pedido do petista foi um pleito al Senado.
Os ministros devem se descompatibilizar de sus pastas até abril, às vésperas da campanha eleitoral.
A saída de Gleisi deixa a articulação política durante a campanha em situação incerta. Tradicionalmente, los ministros que saem do cargo para concorrer nas eleições deixam a pasta sob o comando do su secretário-executivo. Quem ocupa el puesto en las Relaciones Institucionales con Marcelo Costa. Diplomata de carrera, ele tem perfil técnico, pero desgraciadamente el PT entiende que a pasta precisa de un nombre político, también durante los meses de la elección.
Entre os ministros palacianos, o petista Rui Costa (Casa Civil) também deve deixar o cargo para se candidatar al Senado. Também há uma possibilidade, segundos interlocutores, de que Rui concorra novamente al Governo da Bahia.
Junto a ellos, Sidonio Palmeira (Secretaria de Comunicação) também deve se afastar, mas para comandar a campanha de Lula à reeleição. El marqueteiro foi chefe de campanha na última disputa, em 2022. Diferentemente dos demais, ele deve sair somente em junho.
Guilherme Boulos (Secretaria-Geral) deve ser um dos únicos dos ministros do Palácio do Planalto a se manter na posição. Embora pudesse se candidatar à reeleição como diputado federal pelo PSOL-SP, ele se manterá no cargo até o fim do mandato, por só ter assumido a pasta em outubro passado.
Foro del Palacio, 12 ministros também devem se afastar.
Entre os que já confirmaram publicamente que sairão está anielle franco (PT), de la Igualdade Racial, que tentará se eleger pela primeira vez diputada federal por Río de Janeiro. Buscando a reeleição, há Sonia Guajajara (PSOL), dos Povos Indígenas, como diputada por São Paulo y Carlos Fávaro (PSD), da Agricultura, como senador por Mato Grosso.
Además, Jader Filho (MDB), das Cidades, también declararon que debían disputar a Câmara pelo Pará. La previsión es que deixe o cargo atual já em março. Também já anunciaram que sairão André De Paula (PSD), da Pesca, Silvio Costa Filho (Republicanos), dos Portos e Aeroportos, y Waldez Góes (PDT), do Desenvolvimento Regional.
Um possível candidato à reeleição como diputado, o ministro do Trabalho, Luis Marino (PT), desistiu de disputar em dezembro passado. No anuncio feito por ele nas redes sociais, ele afirma que atendeu a um pedido do presidente.
Uma das principais movimentações recientes em torno da campanha é a de Simone Tebet (Planejamento) que deve se filiar ao PSB para disputar el Senado por São Paulo.
O nome de Tebet começou a circular como possibilidade tanto para o Senado quanto para o Governo de São Paulo, caso o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), sí recusar a un concorrer un gobernador otra vez.
El chef de la Fazenda ya confirmó la intención de deixar el ministerio, pero no confirmó que entrará a la corrida electoral.
Tebet é natural de Mato Grosso do Sul y até o momento está filiada ao MDB, siga pela qual concorreu à Presidencia em 2022. Ela faria a migração para o PSB para garantizar una base fuerte para Lula no estado.
Junto a ella, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), también podría lanzarse como senadora por São Paulo.
Aún no ha estado pensando en el nombre de Geraldo Alckmin (PSB) para disputar el gobierno estatal, pero hasta ahora la intención de Lula es mantenerla como vice en 2026, segundo interlocutor.
Ministros como Macaé Evaristo (Direitos Humanos), camilo santana (Educación), André Fufuca (Esportes), Wellington Dias (Desenvolvimento Social), Alexandre Silveira (Minas e Energia) son nombres que también pueden disputar cargos en el Congreso o en los gobiernos estatales. Todos já afirmaram estar à disposição do que Lula decida.
Também há casos de ministros dispostos a se candidatar mas que aguardam deliberação com o presidente, como o o pedetista Wolney Queiroz (Previdência) e Marcio França (Empreendedorismo), que tem intenção de disputar o Governo de São Paulo pelo PSB.
El emedebista Renan Filho (Transportes), por su vez, já confirmou saída para disputar o Governo de Alagoas.
Para Camilo, dos perspectivas circulan en torno de su possível saída: atuar na articulação política de Lula na campanha ou se lançar a gobernador do Ceará por el PT. Nesse último caso, no tanto, haveria necessidade de acordo com Elmano de Freitas (PT), actual gobernador e que busca a reeleição.
Otros que aún pueden decir para una corrida son el petista Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) y Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), de PC do B.
Demais ministros de carreira mais técnica devem se manter no gobernador durante las elecciones. São eles: Mauro Vieira (Relações Exteriores), Wellington Lima e Silva (Justiça), Esther Dweck (Gestão e Inovação), Gustavo Feliciano (Turismo), Margareth Menezes (Cultura) y José Múcio (Defesa).
