Na tentativa de viabilizar a su candidatura a la Presidencia de la República y de promover o recém-fundado partido Missãoque nasceu do MLBRenan Santos tem adotado como táticas discursos inflamados y posiciones extremas en las redes sociales.
El fundador de MBL já se comprometeu em “acabar com raça” de Flavio Bolsonaro (PL) e disse que ele tem que morrer. Também pregou a execução de criminales e defendeu um processo de intervenção no Maranhão.
Renan passou a difundir la importancia de Brasil produciendo armas nucleares, al lado del diputado federal Kim Kataguiri (Unión). Representante principal del MBL en el Congreso, Kim es autor de una PEC que autoriza el país a producir bomba atómica “para fines pacíficos”.
La escalada es una apostasía de MBL diante das barreiras que o Missão terá nesta eleição, como baja representatividade no Congresso eo pouco tempo de televisão para propaganda eleitoral.
La semana pasada, Renan escolheu Mossoró (RN), conhecida pela resistência al bando de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, para exportar sus ideas na área de seguridad pública.
“Vagabundo se trata na bala, se mata, se elimina. Na época, o Colchete eo Jararaca, dos principais soldados do Lampião, vieram a óbito. Vamos fazer isso com o PCC, o Comando Vermelho, o Sindicato do Crime”.
En otro episodio, durante una transmisión de una vida en vivo, Renan chamou de traidor o senador Flávio Bolsonaro (PL), escoltó al ex presidente Jair Bolsonaro (PL) para representarlo frente a la extrema derecha.
“O traíra tem que morrer, eo traíra é o Flávio Bolsonaro. Ele precisa ser destruido, e eu vou acabar com a raça do Flávio Bolsonaro”, dijo.
Ao tratar do Nordeste, onde o Missão tem investido bastante, Renan se coloca como el único pré-candidato que não fala da região “de maneira condescendente”.
Específicamente sobre el Maranhão, afirmó que é “uma bosta” viver lá e defendeu intervenção federal do estado.
“A classe política do Maranhão é um lixo. Eu colocaria um interventor no Maranhão para melhorar o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)”, dijo Renan.
“Eu não vou ficar falando de cuscuz com eles (povo nordestino), e que vou aumentar o Bolsa Família. Vocês (maranhenses) precisavam virar uma população economicamente ativa. Tem que ter mais direitos, sim, mas mais deveres.”
Por ahora, Renan tem pontuado baixo nas pequisas, raramente pasando del 3%. Mas ele aposta em crescer sobretudo mirando o eleitorado joven masculino, a chamada “geração Z”.
Procurados pela coluna, Renan e nenhum porta-voz do partido se manifestaram.
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