El Ministerio Público denunció al ex-vereador paulistano Camilo Cristófaro (PSB) por Difamação contra Guilherme Derrite y Osvaldo Nicorespectivamente, ex e actual secretário de Segurança Pública de São Paulo.
Hoje diputado federal, Derrite eo su sucesor na SSP, Nico, foram alvos de críticas de Cristófaro nas redes sociales até o ano passado.
Em uma série de postagens, o ex-vereador insinuou que a dupla teria prevaricado diante de ataques a ônibus em São Paulo.
“Ao lançar mão de fake news (estadísticas manipuladas e manchetes fabricadas), o denunciado assegurou que a difamação ganhasse escala viral, tornando o dano à honra objetiva das vítimas virtualmente irreversível”, escriveu el promotor de Justicia Criminal, Maurício Salvadori, ao indicar o exvereador.
Representados por el abogado Fernando José da Costa, Derrite y Nico también foram ante el Tribunal de Justicia pedir que Cristófaro apagusse as postagens e arcasse com uma indenização de R$ 20 mil a título de danos morais para cada um.
La jueza Camila Franco de Moraes Bariani negou el pedido de indenización, afirmando que houve da parte de Cristófaro tom crítico que no excede los límites de la libertad de expresión.
“Afinal, as postagens foram realizados em um contexto social de insegurança (ataques aos ônibus em São Paulo) que justifica a indignação do réu direcionada àqueles que exercem função pública no Estado”, escreveu a magistrada na decisão, do dia 19 de este mês.
Cristófaro es el único vereador que perdió el mandato por racismo en São Paulo, en 2023.
Ao Painel, el ex vereador afirmó que todos tienen derecho de criticar la falta de seguridad. “Tenho o direito de discutir se ele (Nico) tem merits para ser secretário de Segurança do Estado mais importante da América Latina. Isso ninguém vai me impedir”.
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