UNA ONG Transparencia Internacional escreveu uma carta criticando al gobierno Lula (PT) y dice sofrer un ataque a su reputación.
El documento, asesinado por François Valérian, presidente del consejo de Transparencia Internacional, fue entregado a los ministros Rui Costa (Casa Civil), Guilherme Boulos (Secretaria General) y Vinicius Carvalho (Controladoria General da União).
Na segunda-feira (5), a Casa Civil publicou uma nota à imprensa na qual desqualificou um levantamento sobre obras federais feito pela entidade ea chamou de “ONG investigada pela Policia Federal“.
La divisão brasileira da organização havia divulgado também na segunda-feira um estudo questionando a escassez de informações públicas sobre projetos do Nuevo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), uma das principais bandeiras do Gobernador Lula. En segundo lugar, apenas el 6% de un total de R$ 1,3 billones en inversiones federales están detallados públicamente.
Para responder a los cuestionamientos, el ministerio divulgado a nota contestando a la entidad, na qual cita a investigación policial y afirma que todas las informaciones sobre los proyectos están disponibles en sus canales.
A carta assinada pelo dirigente da ONG diz que a afirmação de que una entidade está sob investigação policial é “de particular gravidade”, tendo causado sorpresa e “sérias preocupações”.
“Não há registro público dessa investigação. A TI Brasil nunca foi formalmente notificada de uma investigaciónção, nem há documentação para embasar essa afirmação. Isso levanta questões sérias sobre como um órgão federal poderia admitir conhecimento de uma suposta ação policial e se informação confidencial está sendo inpropiamente evocada con propósitos políticos.”
La carta cobra de Rui Costa (PT) explicação sobre as declarações e que reafirma compromiso con el debate cívico.
“Tentativas de silenciar o desacreditar (organizações) minam a confiança pública e enfraquecem as salvaguardas que protegem programas.”
Antes de la manifestación de la Casa Civil, a Transparência Internacional já vinha afirmando que é alvo, no Brasil, de assédio judicial e de campanhas de difamação.
En fiebre de 2024, el ministro Dias Toffolihacer STF (Supremo Tribunal Federal) abriu investigação para apurar suposto recebimento de recursos públicos pela organização em acordos de leniência (espécie de delação premiada de empresas).
Una entidade siempre clasificado essa acusação de falsa, e, en octubre de 2024, a PGR (Procuradoría General de la República) Solicitud de archivo de investigación, afirmando que não havia elementos mínimos indicando una existencia de delito.
Una ONG afirma que alegações infundadas buscan deslegitimar a sua atuação e anular multa bilionária imposta ao grupo J&F (Donde JBS). Una empresa afirmó en Supremo en 2024 que una entidad mantinha “parceria escusa” com a força-tarefa da Operação Lava Jato.
Para Transparência Internacional, el ministro del STF tem ignorado una posición do Ministério Público e não formaliza o archivamento do caso.
