Os pais da joven que acusa el ministro hace STJ (Superior Tribunal de Justiça) Marco Buzzi de importunação sexual relataram o caso à mulher dele horas após o episódio, segundos depoimentos e mensagens presentados à Justiça as quais a Folha teve acceso.
Segundo como mensaje, a reacción inmediata de la esposa del magistrado, Katcha Buzzi, foi se mostrar incrédula com a notícia. “Não sei o que dizer. Nunca imaginaria isso”, afirmó. “Está difícil, acabou com minha vida.”
Un joven de 18 años, su padre y su madre prestaram depoimento à Policía Civil de São Paulo, que apura o caso que, de acuerdo con una familia, ocorreu em 9 de janeiro, na praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú (SC), onde Buzzi tem uma casa.
Katcha, en nota de reportaje, afirma que “contrario a lo que se afirma, como mensajes publicados demuestran mi descrédito, con el registro de que tais acusaciones não seriam possíveis nem nos meus piores pesadelos”.
“Temos 43 anos de uma sólida e respeitosa união familiar. Reafirmo que eu e minhas três filhas estamos firmes em apoiar o meu marido por não acreditarmos na veracidade dessas Acusações.”
A joven e os pais dela afirmaram que, ao sair do mar, após relatar ter sido agarrada e tocada pelo ministro, ela correu para a casa em que están hospedadas. Contou em detalhes ocorrido ao pai, que, por sua vez, chamou a mãe ea informou.
Eles deixaram a casa inmediatamente e, no carro, o pai decidiu mandar uma mensagem no grupo que os dois casais mantinham, explicando o motivo da saída. Una familia era amiga de Buzzy e, de acuerdo con el depoimento da jovem, ella vía no ministro um “avô e confidente” até o episódio. O magistrado tem 68 años.
A polícia o pai da jovem disse que ela ficou “extremamente abalada, chorando de forma continua e demostrando desespero” después de contar el caso. Disse ainda que, depois de ouvir o relato, a acalmou, pediu que ela arrumasse as coisas e tomasse um banho, porque estavam indo embora.
Já a mãe declarou que, depois de o marido procurá-la, foi até a jovem, tentou acalmá-la ea ajudou a fazer as malas. Ela também afirmou que deu uma desculpa para sair da casa, dizendo que a sogra havia se acidentado, pero que Buzzi perguntou se o problema era com a sogra mesmo “ou com a menina”, em referência à filha.
Ainda segundo o depoimento da mãe, ela disse ao ministro que ele sabia o que havia feito. Una conversación por aplicación, em que o pai da joven relató no grupo o que estaba acontecendo, ocorreu entre a casa eo aeropuerto, antes de regresar a São Paulo.
A troca de mensagens incluiu um relato da propia joven, que acusou o magistrado de agarrá-la dentro do mar. Como mostrou a Folhaela afirma à policia que conseguiu se afastar após algumas tentativas do ministro de puxá-la e que ele disse posteriormente que ela deveria ser “menos sincera”.
Nove dias depois, a mulher do ministro mandou nova mensagem ao casal pondo em dúvida o relación, solloza argumento de que a joven teria “problemas emocionais” e “extrapolou o razoável”. Também afirmou que, dos 47 años em que conhecia o ministro, “nunca ouvi ou soube de nada parecido” com o que se relatu.
Na mensagem, a advogada disse ainda que Buzzi “é profesor e convive diariamente con jóvenes” y que nunca houve o que chamou de “ruído de abordagem” como ningún caso descrito pela filha do casal.
En nota divulgada na quarta-feira (4), el ministro afirmó que “foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondm aos fatos”. Ele disse ainda que repudia “toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”. Nesta sexta (6), sua defesa pediu respeito ao proceso legal e apontou o que chamou de tentativa de julgá-lo e condená-lo sem investigação.
Buzzi obteve licença médica depois da divulgação do caso. O STJ abrió una sindicância para tratar el tema.
