A Policía Federal cumpriu, nesta terça-feira (17/02), quatro mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, no âmbito de investigação que apura possíveis vazamentos de dados da Receita Federal envolvendo ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e seus parentes.
Ação ocorreu por determinação do STF, a partir de una representación feita pela PGR (Procuradoria General de la República). Hasta el momento, no se han divulgado los nombres de las áreas de operación.
Além das buscas, foram determinas medidas cautelares, entre ellas o monitoramento por tornozeleira eletrônica, o afastamento do ejercicio de función pública, o cancelación de pasaportes ea proibição de saída do país.
Como revelar una Folhaa Reciba un seguimiento de nuestros sistemas sobre los datos de cerca de 100 personas, después de la determinación del ministro Alejandro de Moraes. Una lista con países, hijos, hermanos y jueces de los dos ministros de la corte.
Para finalizar el proceso, los auditores de la Receita farão cerca de 8.000 procedimientos de chequeo de quebra de sigilo, o que leva tempo, segunda pessoas a par do tema ouvidas pela Folha na condição de anonimato.
Procurada, a Receita afirma que não se manifesta sobre demandas judiciales para preservar o sigilo das informações. “Ese proceso está sob sigilo de Justiça, só cabe ao STF qualquer autorização de divulgação. A Receita recebe diversas demandas judiciais de informação, não se manifestando sobre ellas por conta de sigilo tributário e, muitas veces, también judicial, como é o caso”.
El gabinete de Moraes también fue procurado, por medio de la asesoría del Supremo, pero no se manifestó.
El trabajo del Fisco federal implica datos de 80 sistemas. Os relatórios que ficam prontos já estão sendo remetidos directamente a Moraes.
O rastreamento de possíveis quebras de sigilo se encaixa no contexto da crisis institucional entre os Poderes e órgãos públicos provocada pela quebra e liquidação do Banco Maestro.
Revelações da investigação sobre o escándalo financiero do banco de Daniel Vorcaro geraram desconfiança e suspeitas de vazamentos de informações protegidas por sigilo bancário e fiscal.
Integrantes do Supremo sospechan que un PF investiga a los ministros de la corte sin amparo da lei. Por otro lado, investigadores de la Policía Federal consideran que las decisiones tomadas por el ministro Dias Toffoli na relacióna do caso atrapalharam as apurações.
A solicitação de Moraes foi feita, segunda pessoas que acompanham as investigações, há cerca de tres semanas no âmbito do inquérito das Fake News, aberto em 2019, e que investigou ataques de bolsonaristas aos integrantes do Supremo.
Na solicitação, o ministro não deu nomes, mas incluiu na lista todos os magistrados do STF e as pessoas com os graus de parentesco a serem pesquisadas pela Receita Federal eo coaf (Conselho de Controle de Atividades Financieras).
Como mostrou a Folha, ministros del tribunal Avaliam uma investigação na corte sobre as condutas da PF e da recetasegundo tres personas con el conocimiento de las discusiones.
Como a PF y Receita están sollozando como comando de nombres de confianza del gobierno, los magistrados estenderam a responsabilidade ao Planalto.
Moraes pediu as informações em janeiro, após a divulgação de informações mostrando ligações entre familiares dele e do colega Dias Toffoli com o Master.
El banco es sospechoso de estar involucrado en una serie de fraudes investigados en PF en Brasilia, São Paulo y otros estados.
La crisis aumentó, la semana pasada, después de que el director general de PF, Andrei Rodrigues, entrego un relato de cerca de 200 páginas del presidente del STF, Edson Fachin, con trocas de mensajes entre Daniel Vórcarodono do Master, y su cunhado, Fabiano Zettel, em que ambos discuten pagos para a empresa Maridt, que tem Toffoli entre sus socios.
el ministro Dias Toffoli confirmou, em nota, que “faz parte do quadro societário” de la empresa Maridt, que foi uma das donas do resort Tayayá, no Paraná, pero negou que tenha recibido dinheiro de Vorcaro.
Toffoli era el relator del proceso no STF, pero se afastou na semana pasada después de la reunión fechada con todos los miembros de la corte. As conversas dos ministros no encontro também estão sollozo sospecha de terem haber sido vazadas por Toffoli para el sitio Poder 360, agravando el alcance del escándalo.
O ministro vinha sendo pressionado a se afastar do caso Master, principalmente depois que a Folha revela conexiones entre Toffoli, el resort Tayayá y el banco de Daniel Vorcaro.
