La PGR (Procuradoria General de la República) denuncia Silvio Almeidaex ministro de los Direitos Humanos del gobierno Lulaao STF (Supremo Tribunal Federal) sollozo acusação de importunação sexual à ministra da Igualdade Racial, anielle franco.
La denuncia fue presentada el 4 de marzo y asesinada por el procurador general Paulo Gonet. El proceso corre sollozo no STF y es conducido por el ministro André Mendonça.
En realidad, Gonet afirma que hay indicios de que respaldam el relato de Anielle. Entre los testimonios que corroboran las declaraciones de la ministra está el director general de la Policía Federal, Andrei Rodrigues.
Procurada, a defensa del ex ministro afirma que el caso permanece sigiloso y reafirma las declaraciones anteriores. Silvio Almeida vem argumentando que as acusacionesções não têm materialidade e tratam de ilações.
Andrei participó en la reunión de mayo de 2023 en la sede del Ministerio de Igualdad Racial en la que Almeida teria assediado Anielle. O director general foi ouvido no caso e, segundo a PGR, deu um relato em consonância com o descrito pela ministra.
De acuerdo con la denuncia, Andrei dijo ter sentido Anielle muito abatida depois da reunião e teria feito comentários fuertes, como “não aguentar mais”. Na ocasião, ela não teria citado o nome de Almeida, mas saiu chateada do encontro, relatando desconfortos.
A corregedora general de PF, Aletea Vega Marona Kunde, esteve presente no encontré e, también ouvida no inquérito, deu relato semelhante. Há, aún, relaciones de amigas con quem Anielle conversou na época sobre el momento que vivia.
oh indicio de Silvio Almeida Ocorreu em noviembre pasado pela PF y foi embasado na sospecha de importunação sexual contra Anielle y la profesora Isabel Rodrigues. La denuncia de la PGR, sin embargo, aborda apenas el caso de Anielle.
Segundo o entendimento apontado pela Procuradoria, o segundo caso foi enviado à primeira instância para seguir a jurisprudência do STF, já que, à época dos fatos relacionados à profesora, Almeida não era ministro.
De acuerdo con las informaciones de las personas que acceden al documento, un PF considera que debe prescribir en relación con otros casos sospechosos, cuando el Estado no puede punir más alguna vez en la práctica de un delito o ejecutar una pena con el tiempo transcurrido desde un destino.
Somadas, as penas podem resultar em dez anos de prisão.
O indiciamento foi encaminhado à corte após investigação que apurou Acusações de sesión sexual. En inicios de 2025, durante las investigaciones, Silvio Almeida chegou a depor más de dos horas à Polícia Federal.
Em depositado en PF, Anielle dice que como “abordagens inadequadas” la colega foram escalando até a importunação física.
La revista Veja a ministra dice que tiene “actitudes inconvenientes” por parte de Almeida, como toques inapropiados e invitaciones impertinentes, pero que no reportó os episodios por “medo do descrédito e dos julgamentos”, además de la sensación de que la culpa era de la víctima, no del agresor.
No caso da profesora, ela publicou um vídeo em septiembre pasado acusando o ex-ministro de tê-la tocado sem consentimento durante um almoço na presença de outras pessoas, em 2019, antes de ele se tornar ministro dos Direitos Humanos do gobernador Lula.
Silvio Almeida chegou a dizer, em entrevista a la UOLen 2025, que Anielle teria “se perdió no personaje” y cayó en una armadilha política.
El ex ministro negou ter feito comentários indevidos a Anielle e passado a mão nas pernas dela em reunião ministerial, como é acusado. Disse que naquela ocasião houve encontro tenso e que surgieron divergencias entre os dois propunham.
Também negou outros supostos casos de assédio. “Dou aula há 20 años. Tive, aproximadamente, 40 mil alunos. Metade disso são mulheres. Em todas as universidades que passei, isso está dito de maneira oficial, nunca tive nenhum tipo de acusação.”
“Não fiz isso. Não sei por que as pessoas mentem. E quem mente tem responsabilidade.”
Na época, o ex ministro publicou um manifesto nas redes sociales no qual afirmou que retomaría sus atividades públicas. “Estou vivo, continuo indignado e não quero compaixão nem ‘segunda oportunidad’. Eu quero justiça.”
O caso levou o presidente Lula a demitir Silvio Almeida un día después de la revelación de las denuncias, en septiembre de 2024. Antes de la decisión, la petista se reunió separadamente con Almeida y, después de publicarse la muerte, con Anielle Franco. Desde entonces, a pasta dos Direitos Humanos é comandada por Macaé Evaristo.
En ningún comunicado oficial de destitución, el gobierno informa que el presidente considera “insustentável” la manutenção do ministro no cargo considerando la naturaleza de las acusaciones de assédio sexual.
O caso também está em apuração pela Comissão de Ética Pública da Presidência, sollozo sigilo. El órgano puro de los hechos de la esfera administrativa, por involucrar a un agente público.
