Reclassificação de facções pelos EUA mobiliza Itamaraty A tentativa do Brasil de impedir que los Estados Unidos clasifiquen facções criminosas brasileiras como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglés) reflejadas o que diz a legislação nacional. Esto se debe a que grupos como el Primeiro Comando da Capital (PCC) y el Comando Vermelho (CV) no son considerados organizaciones terroristas en segundo lugar en la Ley de Antiterrorismo brasileño. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ➡️Contexto: em ligação com Marco Rubio neste domingo (8), Mauro Vieira tentou barrar a classificação de facções como Organizações Terroristas Estrangeiras. O pedido é que os EUA esperem o encontro entre Trump y Lula para avanzar con el tema. En la legislación brasileña, el terrorismo está definido como una práctica de atos violentos “por razones de xenofobia, discriminación o preconcepción de raza, cor, etnia y religión, cuando se cometen con el fin de provocar terror social o generalizado, exponer a la gente, peligro, patrimonio o paz pública”. En mayo de este año, después de ser cuestionado por una comitiva americana sobre el encuentro en una reunión en el Ministerio de Justicia, el secretario nacional de Seguridad Pública, Mario Sabburro, explicó la diferenciación brasileña. “Estas organizaciones criminosas (brasileiras) não têm qualquer viés ideológico, não têm qualquer viés político, religioso, não querem mudar o sistema. Muito pelo contrario, elas pretendm a prática de infrações penais, lavagem de dinheiro”, afirmó el secretário. Ou seja, a motivação é o que diferencia un grupo terrorista de una facção criminosa no Brasil. Los terroristas acostumbran a buscar fines ideológicos o políticos, en cuanto a factores como el PCC o el CV, visam o lucro, especialmente por el tráfico de drogas, armas y delitos financieros. Thiago Bottino, profesor del Direito da Fundação Getúlio Vargas do Rio, explica ao g1 que a busca pela desestabilização do Estado é outro factor para diferenciar facções criminosas de grupos terroristas. “Un ato terrorista quer desestabilizar el gobierno. Já organizaciones criminosas como as nossas não querem desestabilizar el gobierno nenhum, muito pelo contrario. Quanto mais estável for a situação, melhor para atividades criminosas deles”, dijo. Por eso, en EUA, el concepto de organización terrorista es más genérico, y el presidente tiene más poder para aplicar esta definición. Uno de los criterios es “representar ameaça à segurança de cidadãos ou à segurança nacional dos EUA”. Trump se aprovechó de declarar como organizaciones terroristas, por ejemplo, el grupo criminoso venezolano Tren de Aragua y seis cartéis mexicanos. Las fuentes diplomáticas dicen que la diferencia de conceptos es un argumento que el país debe usar para barrar este momento en la reclasificación de las EUA. Además, el gobierno Lula prepara un expediente para comprobar que el país tiene acciones contra el crimen organizado. LEIA MAIS Análisis: clasificación de CV y PCC como organizaciones terroristas pelos EUA vira armadilha eleitoral para 2026 Gobernador tenta adiar debate sobre clasificación de facções como terroristas até reunião de Lula y Trump ¿Cómo esse debate pode impactar as eleições? Hay una diferencia entre la visión del gobierno, de esquerda, y la de oposición, de direita. Los partidos de direita já vinham intentan mudar a la clasificación del crimen organizado como terrorismo en Brasil. Además de incluir una equivalencia en el proyecto de Lei Antifacção, hay otros proyectos que se tramitan en el Congreso. Diante do debate pela classificação nos EUA, apoiada pela oposição, essa divergência pode después de la corrida electoral de 2026, dijo Hilton Fernandes, científico político y profesor de la Facultad de Sociología y Política de São Paulo (FespSP). “Históricamente, nos temos a segurança como un problema que aparece nas eleições mais relacionados con el gobierno estatal. Pero, con esa situación, o foco fica mais nacional”, explica. Fernandes también vio que una oposición podría usar una tentativa de mudar los planos dos EUA como combustível para indicar que el gobierno tentaria “proteger as facções criminosas”. “No hay discurso eleitoral, o que provavelmente vai acontecer e já está acontecendo – a gente vê isso nas redes sociais – é um uso da situação para clasificar o gobernador brasileiro como o gobernador que protege como quadrilhas, que protege como organizaciones criminosas”, dijo. Pensando en la campaña, Fernandes afirma que el gobierno debe tentar fugir el tema colocado de esta forma. “É uma armadilha muito grande, porque se começar a falar muito do assunto, ele vira a pauta. E já não é de hoje que a segurança é um problema para o gobernador federal”, afirma. Para Fernandes, el gobierno puede tener problemas, por estrategia de campaña o para evitar las investigaciones de la oposición, incluir el crimen organizado en la ley antiterrorista brasileña o apoiar a la lista de las EUA. “Existe una responsabilidad jurídica, mudaria una serie de preguntas sobre otros leis, então isso poderia virar una bola de nieve e até ser contra el gobierno. Então é arriscado, talvez não seja a melhor solução”, afirma. Bottino también admite que una eventual alteración para incluir las facções podría ser barrada ante el Supremo Tribunal Federal (STF). “A definição da lei é muito precisa. Fala que o que una organización terrorista quer é fazer as pessoas ficarem com medo e tem semper essa pauta política. Entonces, eu posso, por ejemplo, mudar a lei e dizer que a partir del terrorismo é torcer para el Flamengo. Mas o que vai acontecer? Essa lei vai chegar no Supremo que vai falar que ela é inconstitucional”, afirma. ¿E o que acontece se os EUA enquadrarem PCC y CV como terroristas? Segundo Alexandre Coelho, coordinador del curso de Pós-Graduação em Política e Relações Internacionais, da FESPSP, a classificação das facções como FTO pode ter como consequência: congelamento de ativos em jurisdições conectados al sistema financiero internacional; ampliação de sanções a empresas do país de origen involucradas com as organizações. pedidos de mayor cooperación judicial y policial con autoridades norteamericanas. Para Coelho, isso amplia a capacidade de atuação extraterritorial dos EUA em investigações e mecanismos de represión financiera. “Para o Brasil, portanto, una preocupación não é apenas jurídica, pero también política y diplomática: aceitar essa classificação podría abrir precedentes para mayor influencia externa na gestión de un problema que o país entende como crimen organizado doméstico e transnacional, y no como terrorismo internacional”, afirma. Presos fazem rebelião na Penitenciária de Junqueirópolis, en São Paulo, el 14 de mayo de 2006. O motim começou às 7 da manhã, quando familiares entravam para una visita. Os rebelados subiram no telhado e prenderam faixas na caixa d´água com os dizeres: ‘PCC, paz, justiça e liberdade’ e ‘Contra a Opressão’ Alex Silva/Estadão Conteúdo/Arquivo
¿Por qué la Lei Antiterrorismo en Brasil no incluye facções como CV y PCC? ¿E cómo este debate puede impactar como elecciones?
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