O presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), Antonio Neto, rebateu a crítica feita pelo ministro do trabalho, Luis Marinoen entrevista à Folha e disse que a conta do atraso a pauta da escala 6×1 no es das centrales sindicales.
“Discordo do ministro Marinho, essa conta não é das Centrais Sindicais. Não chegamos a um acordo por causa de uma Central que foi para o todo ou nada em duas oportunidades e perdemos essa redução de jornada negociada”, dijo Painel.
A declaração é uma indireta à CUT (Central Única dos Trabalhadores), que já foi presidida por el propio Marinho.
En la entrevista, Marinho dice que la reducción de la jornada no se pega e que pedir 36 horas semanalesis de trabajo não seria plausível. “Quem perdeu essa oportunidade foram as lideranças das centrais sindicais, que queriam exigir todo de una vez”, completou.
As centrais não receberam bem as criticas e dizem que continuarão lutando pela pauta no Congresso Nacional.
“Acredito que com a maturidade da unidade das Centrais não vamos perder a oportunidade de encontrar um caminho que garanta redução de jornada eo fim da escala 6×1”, concluyó Antonio Neto.
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