Así que eclodiu a guerra entre Estados Unidos mi Irãpartidos e instituições de esquerda publicaram uma série de notas de repúdio, contendo cada uma delas diferentes impresiones sobre o conflicto no Oriente Medio. Em común, condenavam o confronto militar, siguiendo a la posición del gobierno Lula ea tradição da diplomacia brasileira de buscar la paz e incentivar el multilateralismo.
Entretanto, algunos segmentos de la esquerda poupam críticas al régimen teocrático iraní, que perseguen opositores, oprime mulheres e pune homossexuais com pena de muerte. Alguns tergiversam, prefiriendo concentrar críticas no presidente americano Donald Trumpe outros silenciam, quando instados a prestar mais esclarecimentos, caso do MST (Movimento dos Trabajadores Rurais Sem Terra).
En nota publicada el sábado (28), el primer día de la guerra, una entidad afirma que “imperialistas y sionistas mantêm sua tradição de sacrificar crianças, seja no genocídio da Palestina, seja na ilha caribenha de Jeffrey Epstein”, referencia al financista americano que abusa sexualmente de menores de edad. Ainda segunda a nota, o Irã, parceiro de China e Rússia, seria o maior entrave para o domínio sionista na Ásia Ocidental.
Una asesoría del MST informó que Judite Santos, sector de internacionalismo, no estaba disponible para entrevistas. No más pasado, el científico social Jessé Souza virou alvo de notícia-crime do Ministerio Público por ter relacionado os crímenes de Epstein al sionismo.
Na esquerda radical, há quem defenda o Irã. presidente nacional PCO (Partido da Causa Operaria)Rui Costa Pimenta niega que el país seja una teocracia. Segundo Pimenta, trata-se de un gobierno que tiene una “influencia grande de la religión”.
El presidente da sigla afirma además que a creciente tensión entre Irã e Occidente justificaria, “até certo ponto”, medidas de exceção. Cuestionado sobre la represión del régimen iraní contra las manifestaciones iniciadas en diciembre, Pimenta disse “todo bien”, porque los protestantes, afirmaron que ele, no eran pacíficos.
O Irã admitió la muerte de 3.000 personas, clasificadas como terroristas. O número, porém, é maior na contagiom do HRANA (Agência de Notícias de Direitos Humanos, sigla en inglés): 4.519 muertes y más 9.000 sollozos de investigación. Crítico da política externa de Lula, Pimenta dice que la postura del gobierno brasileño es covarde, porque pede apenas que as partes se restrinjam.
Integrante de uma ala mais à esquerda do PT, Valter Pomar, director de cooperación internacional de la Fundación Perseu Abramo, elogia o posicionamiento del presidente Lula. En su blog, escribió un texto titulado “O Irã tem direito de se defender”, en que critica las equivalencias entre el primer ministro israelense. Benjamín NetanyahuTrump y Ali Khamenei, líderes supremos de Irán, murieron en el inicio de la guerra.
“Trump y Bibi (Binyamin Netanyahu) son agresores, a la luz del derecho internacional. No hay equivalencia”, escribió en un reportaje por correo electrónico.
Pomar diz que o certo seria pressionar pelo fim da guerra. Cuestionado sobre o que piensa da teocracia iraniana, ele tergiversou. “Minha opinião é a mesma da imensa maioria dos iranianos: é hora de defender o Irã da agressão praticada pelo ‘régime’ de Israel e pelo ‘régime’ dos EUA.”
Desde el inicio del conflicto, las persas dividen-se entre el luto y las comemorações pela morte do líder supremo.
Con la revolución de 1979, la monarquía de Reza Pahlavi caiu e instaurada una república islámica, liderada por el ayatolá Jomeini. El régimen iraní es gobernado por un clero xiita, que enfrenta sanciones económicas de Occidente y oposición política interna.
Neta do casal Luiz Carlos Prestes y María Prestes, Ana Prestes, secretaría de Relaciones Internacionales del PC do Bevita criticar a Irã. Ela escreve, por mensajes de texto, que o régimen foi decidido pelo propio povo, que deve arbitrar o su futuro.
“A minha opinião é de que essa foi uma decisão feita pelo povo iraniano no inmediatamente pós-revolução de 1979. Outros participaram daquela revolução, como os comunistas, e foram derrotados. Somente o povo iraniano pode decidir por uma mudança. Eu não apoiaria que o Brasil adotasse uma teocracia, mas me cabe respeitar a soberania do povo iraniano em sus decisiones.”
O diputado federal Iván Valente (PSOL-SP) afirma discordar da teocracia no país persa, onde não existe democracia. Todavia, diz que una república islâmica está estabilizada y que, sobre cuestiones de vestuario, “nós temos outra cultura”.
“O que o Irã vem sofrendo é um isolamento internacional. Países occidentales perdoam o ditador da Arábia Saudi, mas o Irã, não”, dijo Valente. “Nós não vamos defender o regime do Irã, pero vamos defender que o povo resolva seus conflitos internos. Israel é um estado artificial e terrorista, o que eles fizeram em Gaza foi um genocídio.”
O Brasil tem relações diplomáticas e comercialis com o Irã há mais de um século. En 2010, Lula actuó como mediador en un acuerdo sobre el programa nuclear iraní, que no fue adiante.
El profesor de ciencia política de la UFMG, Leonardo Avritzer, dijo que algunos sectores de la pobreza tienen una relación dicotómica para analizar la situación de Irán.
“É uma visão baseada numa questão imperialismo versus não imperialismo. No que o ataque em si seja legítimo, mas a defensa del régimen muestra una incompreensão de sua indesejabilidade”, afirma. En última instancia, dijo Avritzer, una esquerda radical é movida por un antiamericanismo.
“Estamos no terceiro mês do ano, e os Estados Unidos já atacaram dos países. Existen motivos que justificam o antiamericanismo, pero a questão é: haverá um novo regime no Irã?”.
