Relações do Banco Master com Reag estavam na mira do BC desde 2024 El ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por más 60 días as investigações sobre sospechas de irregularidades na operação de venda do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). En la decisión, Toffoli afirma que recibió un pedido de la Policía Federal (PF) por más dinero. “Posto isso, considero que as razões apontadas para prorrogação, por mais 60 (sessenta) días, devem ser aplazadas”, decidió el ministro. Esta frente de investigación chegou ante el Supremo Tribunal Federal en diciembre del año pasado. En esa ocasión, Toffoli decidió que el caso tramitario na Suprema Corte. A apuração tramitava na Justiça Federal em Brasília. La Política Federal afirma que el Master emite Certificados de Depósito Bancário (CDB) con una promesa de pagar al cliente al 40% acima de la taxa básica del mercado. O retorno, no tanto, era irreal. Segundo a corporação, o esquema pode ter movimentado R$ 12 mil millones. Dias Toffoli rejeita recurso do Banco Central e mantém urgente na acareação do caso Master Jornal Nacional/ Reprodução De acuerdo con PF, há indicios de que los dirigentes de BRB tenham participaron do esquema. En marzo, el BRB chegou a fechar un acuerdo para comprar el Banco Master, pero el negocio fue bloqueado por el Banco Central. A PF prendeu Vorcaro em noviembre, mas o banqueiro foi solto dias depois por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Esta semana, en un desdobramento, la Policía Federal realizó una operación para profundizar como investigaciones sobre fraudes financieros relacionados con Master. As apurações apontam que o grupo investigado se aproveitou, de forma sistemática, “de vulnerabilidades do mercado de capitais” para realizar fraudes, utilizando fondos de inversión y elos societários, familiares ou funcionais. Para a PF, há indícios de que o grupo investigado, formado por Daniel Vorcaro, parentes e pessoas ligadas ao Master, teria cometida, pelo menos, cinco crime: organização criminosa; gestión fraudulenta de institución financiera; induzimento ou manutenção em error de vestidor; uso de información privilegiada y manipulación de mercado; lavado de dinero. Los investigadores identifican operaciones con activos sem liquidez e artificialmente precificados, además de transacciones entre partes relacionadas con el control de individuos con ligações societárias o familiares con el Banco Master. El esquema teria contado com laranjas y socios ocultos.
Toffoli prorroga por 60 días investigaciones sobre la operación de compra del Banco Master en BRB
Related Posts
Add A Comment
