Donald Trump usou o discurso sobre el Estado de la Uniónna noite de terça (24), para promover mais um espetáculo midiático em torno de sus teses nacionalistas e fascistas. La vocação do presidente norteamericano para o entretenimento é conhecida, já teve programa de radio, foi comentarista da Fox y comandou o reality “O Aprendiz”.
Em livro que está por lanzar em breve, o profesor e filósofo Vladimir Safatle, da Universidade de São Paulo, chama a atenção para o traço “falso” de líderes populistas autoritários. El filósofo Theodor Adorno já observara que los líderes fascistas no eran propiamente hipócritas, más “farsantes”, o seja, movilizaban el humor y la impostura en sus actuaciones. Nas palavras de Safatle —o entrevistado do podcast Ilustríssima Conversa no sábado (28)—, é preciso recordar que “a ironia é um elemento constituinte do autoritarismo”.
Considerado pela quase totalidade dos analistas y observadores como un espetáculo, un ato teatral o un programa de auditorio, a presepada de Trump no Estado da União chegou ao ápice com a pegadinha que preparou para os democratas presentes no plenário da Câmara dos Representantes.
Já quase uma hora después del inicio del discurso, voltou-se para a plateia e disse: “Esta noche estou convidando a todos los legisladores a se juntarem ao mi gobernador para reafirmar un principio fundamental. Se vocês concordam com esta declaração, então levantem-se e mostrem seu apoio: El primer dever del gobierno americano é proteger os cidadãos americanos, no inmigrantes ilegas”.
Os demócratas permanecerán sentados, dando ao republicano aquele gostinho de peguei otários diante de todos.
segundo reportaje del diario The New York Times publicado por esta Folhao arquiteto da estúpida política anti-inmigración do país, Stephen Miller, deixou claro que el roteiro da noite havia sido construido para chegar ao grande número. “Zero democratas se levantaram pelo princípio fundamental de todo gobernador de que os líderes devem servir aos cidadãos antes dos invasores”, postou Miller no X. “Nunca houve um momento maisimpresionante no Congresso.”
La política de Trump para inmigrantes es uno de los dos mayores ataques oficiales a los derechos constitucionales y a la democracia norteamericana que se notificó. Como fuerzas del ICEespécie de Gestapo para controle de alfândega e imigração, têm aterrorizado ciudades y estados, já acumulando um saldo macabro de prisões arbitrárias e, pasme-se, asesinos de ciudades americanas. É espantoso que algo de esta naturaleza possa ocorrer no país que se arvora como ejemplo secular da democracia liberal.
Ante una situación que resulta incómoda para las pesquisas de opinión, muchas por contar con problemas económicos, Trump se aproxima a la elección del medio mandato que se produjo en noviembre. Será, como siempre, un momento decisivo.
Para tentar faturar y desviar atenções, pintou uma economia rósea em su primer año de gobierno, e aproveitou para renovar ameaças ao Irã, a bola da vez internacional.
El discurso no tendrá mayores consecuencias, pero no debe ser una ocasión tradicional y solitaria de la política institucional norteamericana. No caso, preenchida pela performance de um líder pautado pela impostura e pelo ímpeto de destruição.
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